Lançamento do livro Museologia da Moda no MAB FAAP


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Em 26 de agosto, das 11 às 12h30, acontece no MAB FAAP o lançamento do livro “Museologia da Moda: Acervos e coleções no Brasil”, com organização de Manon Salles.

A obra conta com a participação de diversos autores, entre eles a professora do curso de Moda da FAAP, Susanne Pinheiro Dias, que junto com a autora, participa de uma mesa redonda com o público sobre o campo profissional e acadêmico que se desenvolve em torno dos acervos de roupas e têxteis em geral.

A publicação discute a moda enquanto documento museológico e suas questões teóricas e apresenta os processos de documentação, conservação, restauração, exposição e digitalização, realizados em diversos museus e instituições.

Abordando as dificuldades em relação ao estudo e a conservação dos têxteis no Brasil, o livro reúne diversos olhares nacionais e internacionais sobre o tema, impulsionando para que os objetos têxteis possam ter mais visibilidade nas instituições museológicas. 


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Em 26 de agosto, das 11 às 12h30, acontece no MAB FAAP o lançamento do livro “Museologia da Moda: Acervos e coleções no Brasil”, com organização de Manon Salles.

A obra conta com a participação de diversos autores, entre eles a professora do curso de Moda da FAAP, Susanne Pinheiro Dias, que junto com a autora, participa de uma mesa redonda com o público sobre o campo profissional e acadêmico que se desenvolve em torno dos acervos de roupas e têxteis em geral.

A publicação discute a moda enquanto documento museológico e suas questões teóricas e apresenta os processos de documentação, conservação, restauração, exposição e digitalização, realizados em diversos museus e instituições.

Abordando as dificuldades em relação ao estudo e a conservação dos têxteis no Brasil, o livro reúne diversos olhares nacionais e internacionais sobre o tema, impulsionando para que os objetos têxteis possam ter mais visibilidade nas instituições museológicas. 

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MAB FAAP recebe convidados para abertura da exposição de Salvador Dalí 

O Museu de Arte Brasileira (MAB FAAP) inaugurou a exposição intitulada “Desafio Salvador Dalí – Uma exposição surreal na FAAP”, recebendo convidados especiais. Entre eles, estavam personalidades das artes, da cultura, da comunicação, do poder público, empresários e amantes das artes.   Com uma salva de palmas, as portas da exposição foram abertas por dona Celita Procopio de Carvalho (Presidente do Conselho de Curadores da FAAP) e pelo Dr. Antonio Bias Bueno Guillon (Diretor-Presidente da FAAP), que fizeram as honras da noite ao lado da Sra. Pilar Guillon Liotti (membro voluntária do Conselho do MAB FAAP). Com orgulho, a conselheira disse que “é uma grande honra pra FAAP receber essa exposição incrível do surrealista Salvador Dalí, que marca os 100 anos do Surrealismo.”  Ilustres como a Secretária da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, Marilia Marton, o Cônsul da Espanha, Dom Pablo Montesino-Espartero, o conde Chiquinho Scarpa, o ator global Leopoldo Pacheco, a jornalista Joyce Pascowitch, o estilista Eduardo Toldi, e a modelo Cássia Ávila, foram algumas das personalidades que circularam pelos salões do prédio principal.   Os convidados tiveram o privilégio de contemplar mais de 100 peças expositivas inéditas no país.   Paulo Bonfá, CEO da Conteúdo Criativo e organizador da exposição, junto com Roberto Souza Leão, CEO do Instituto Totex, expressou sua satisfação ao receber o público, destacando a excelência do evento. “É totalmente excelente, enfim, receber o público na exposição. Em formato inovador, reproduzindo a mesma cor, a mesma textura, são três toneladas de telas vindas da Espanha – junto com a tecnologia, com multitalentos do cinema, da publicidade, da literatura, joias desenhadas pelo artista e também a possibilidade de levar um pouco da exposição para casa”.   Obras emblemáticas como “A Persistência da Memória” (1931), “O Cristo de São João da Cruz” (1951) e “Construção Suave com Damascos Cozidos” (1936) adornam os painéis gigantes, constituindo elementos fundamentais da mostra. Além da reprodução das pinturas e esculturas, os participantes apreciaram uma reprodução do ateliê onde Dalí trabalhava em outros campos diversos como ourivesaria, cinema e publicidade.   Espalhando-se por mais de 1,2 mil metros quadrados, o MAB FAAP emprega tecnologia de ponta para proporcionar aos visitantes um mergulho na vasta obra do artista, que se estendeu por seis décadas de atividade. O museu convida o público a se encantar com o mundo surreal de um dos artistas mais enigmáticos do século XX, com a abertura ao público agendada para esta quarta-feira, 1º de maio.  Desafio Salvador Dalí: uma exposição surreal na FAAP  Quando: a partir de 1º de maio de 2024Horários: de terça a domingo das 10h às 21h (última entrada às 20h) Onde: Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado – MAB FAAB (Rua Alagoas, 903 – Higienópolis – São Paulo) Público: livre para todas as idades Acessibilidade: local acessível para pessoas em cadeira de rodas  Ingressos:


MAB FAAP

FAAP será palco de exposição histórica sobre Salvador Dalí

A FAAP, conhecida por abrigar exposições históricas em seus salões, recebe agora a estreia mundial de Desafio Salvador Dalí: Uma Exposição Surreal na FAAP. A exposição, produzida pela Conteúdo Criativo, foi concebida pela empresa espanhola ArtDidaktik, sob licença e supervisão da Fundação Gala-Salvador Dalí. Apresenta reproduções idênticas de 100 obras de um dos artistas mais inventivos e importantes da arte mundial, a partir do dia 1º de maio, no MAB FAAP (Museu de Arte Brasileira). A exposição é uma produção inédita e apresenta a vida e obra do artista exposta com novos suportes contemporâneos originais. As 100 obras mais importantes do artista espanhol estarão pela primeira vez juntas, em painéis gigantes fabricados na Espanha com as características exatas das pinturas originais, apresentadas com recursos de realidade aumentada. Além das obras, a exposição faz uma reconstrução fiel do ateliê onde Dalí materializou seu legado incluindo partes originais de sua residência litorânea em Port Lligat e as imagens de Gala, sua esposa e musa inspiradora. Apresenta também uma galeria audiovisual multimídia de última geração, composta por acervos exclusivos de Dalí como cineasta, designer, ilustrador, cenógrafo, diretor de arte e personagem publicitário com conteúdos originais. O público poderá interagir com as suas obras e baixar vídeos, e haverá, ainda, uma sala em que óculos de realidade aumentada irão aprofundar a experiência de criação do


Residência Artística FAAP

NÃO PERCA: Open Studio da Residência Artística FAAP e abertura de exposição no dia 06/04  

Interessados em conhecer os artistas estrangeiros e brasileiros que passam uma temporada na Residência Artística FAAP – São Paulo, localizada na Praça do Patriarca, não podem perder essa oportunidade. No dia 06 de abril de 2024, das 12h às 17h, será realizado mais um Open Studio – momento em que os artistas abrem seus atuais espaços de vida e trabalho para os visitantes.   Na oportunidade, além de conhecer o edifício histórico, é possível conversar com os artistas sobre suas pesquisas e obras que estão desenvolvendo na cidade. O evento é gratuito e aberto ao público.  A Residência Artística FAAP oferece tempo e espaço para a pesquisa, investigações e o desenvolvimento de projetos, ações e conexões. Por conta disso, é procurada por artistas de todo o mundo que estão em busca de novas possibilidades de pesquisa, de entrar em contato com outros profissionais, conhecer lugares distintos dos seus habituais e experimentar novos contextos e processos para sua produção e práticas artísticas.  Participantes:  * Local de procedência e não necessariamente de nascimento.  Também teremos a abertura da mostra “Corredeiras, afluentes e olhos d’água” que leva ao público a produção de trabalhos de artistas recém-formados na FAAP que participam de sua primeira exposição coletiva fora do ambiente acadêmico, com os artistas:  Aberta até o dia 08 de junho, a visitação será de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h, com última entrada às 16h30. Fechado aos sábados (exceto 06 de abril e 08 de junho), domingos e feriados.   Data: 06/04 (sábado)  | das 12h às 17h | Entrada GratuitaResidência Artística FAAP – São Paulo | Edifício Lutetia – Praça do Patriarca, 78 – Sé – São Paulo  Informações: resartisfaap.info@faap.br  06 de abril a 08 de junho de 2024 | De segunda a sexta-feira, das 11h às 17h, com última entrada às 16h30. Fechado aos sábados (exceto 06 de abril e 08 de junho), domingos e feriados.  Classificação indicativa: livre | Entrada Gratuita Edifício Lutetia – Praça do Patriarca, 78 – Sé – São Paulo –


Na FAAP

Bob Wolfenson celebra sua carreira com palestra na FAAP 

Nesta segunda-feira, 25, em uma conversa mediada pelo Prof. Rubens Fernandes Jr, tivemos a presença do renomado fotógrafo brasileiro que, há 20 anos, desafiou as convenções estabelecidas ao trazer uma nova perspectiva para o mundo da imagem. A exposição “Antifachada – Encadernação Dourada” realizada no MAB FAAP em 2004, foi marco na carreira de Bob Wolfenson e revela não apenas sua maestria técnica, mas também sua visão pioneira e inovadora.  A comemoração dos 20 anos da exposição de Bob Wolfenson no MAB FAAP não é apenas uma celebração do passado, mas também uma inspiração para o futuro da fotografia. Sua coragem em desafiar as normas estabelecidas e sua busca incessante pela excelência artística continuam a nos inspirar, redefinindo constantemente os limites do que é possível na fotografia contemporânea.  Bob Wolfenson, conhecido por seu trabalho como fotógrafo de moda e retratista, surpreendeu o mundo da arte ao explorar territórios até então desconhecidos para ele. Em uma jornada pelo centro da cidade de São Paulo, Wolfenson capturou imagens que transcendem o público e o privado, elevando o cotidiano à categoria de monumentalidade. O uso de uma câmera de alta definição tornou possível essa metamorfose visual, marcando um ponto de virada em sua carreira e introduzindo-o a um mundo híbrido de possibilidades fotográficas.  Em suas próprias palavras, Wolfenson compartilha sua filosofia de trabalho, descrevendo-o como uma dinâmica de pedidos e vontades. Sua constante busca pela ação o impulsiona a explorar novos territórios visuais, desafiando as fronteiras preestabelecidas da fotografia. A transição de simples fotógrafo a um verdadeiro artista da imagem reflete não apenas uma jornada profissional, mas também uma jornada pessoal de autodescoberta e realização.  Wolfenson destaca a transição do processo digital para o analógico e as vantagens dessa mudança. Anteriormente, o domínio de química, física e matemática era necessário antes que a criatividade pudesse vir à tona. No entanto, com a fotografia digital, novas possibilidades e desafios surgiram, exigindo decisões constantes ao longo do processo criativo. A transição para o digital não foi isenta de obstáculos, mas, para Wolfenson, representou uma expansão das fronteiras do possível, mesmo que isso significasse enfrentar o desafio do hiper-realismo.  O seu novo livro “Desnorte” surge como uma síntese do trabalho de Wolfenson, refletindo sua abordagem ambígua e multifacetada à fotografia. Para ele, não existe uma bússola definida, cada imagem capturada é uma exploração em direção ao desconhecido, uma busca incessante pela verdade e beleza na imperfeição do mundo. Com mais de 50 anos de carreira, esta obra celebra não apenas uma carreira distinta, mas também uma jornada de autoexpressão e descoberta contínua.   “Eu nem tinha vocação para ser fotógrafo. Acabei me vocacionando pelo exercício da posição, até ser quem no momento eu sou. (…) Eu deixei de estar fotógrafo para ser fotógrafo.” disse Bob Wolfenson durante a palestra.  Em meio às discussões sobre o impacto da inteligência artificial no mundo da fotografia, Wolfenson enfatiza a importância da humanidade por trás da lente. Para ele, ser fotógrafo vai além de apenas capturar imagens, é um ato de estilo, paciência e criatividade que transcende qualquer inteligência. Enquanto o mundo digital avança rapidamente, Wolfenson nos lembra que é o olhar humano, com sua singularidade e sensibilidade, que verdadeiramente dá vida às fotografias.  Para concluir, Wolfenson oferece uma dica valiosa: “O olho é um músculo, precisa ser exercitado para se encontrar e se desenvolver.” Essas palavras não apenas encapsulam sua abordagem à fotografia, mas também servem como um lembrete inspirador para todos os amantes da arte visual. Por meio da prática constante e da exploração contínua, podemos encontrar nossa voz única no mundo da imagem, assim como Bob Wolfenson encontrou a dele há cinco

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