200 anos do Parlamento será tema de evento na FAAP


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A FAAP vai apresentar os melhores momentos do programa “Ponto de Vista”, da TV Câmara, em comemoração a Assembleia Constituinte de 1823 e aos 200 anos do Parlamento. O evento acontece dia 31 de agosto, às 9h30, no B-Hub.

Com a participação do jornalista e consultor de Comunicação da FAAP, Fábio Portela, do jornalista William França, da TV Câmara, do professor do curso de Direito, Luiz Fernando Prudente do Amaral e mediação da coordenadora do curso de Jornalismo, Edilamar Galvão, o evento vai discutir “FAAP E TV Câmara: 200 anos do Parlamento no Brasil”.

Há 200 anos, o Brasil vivia sua primeira experiência parlamentar. No dia 3 de maio de 1823 foi instalada a Assembleia Geral, Constituinte e Legislativa do Império do Brasil, no Rio de Janeiro. Dando origem ao Dia do Parlamento.

Embora dissolvida seis meses depois, aquela Constituinte é reconhecida por historiadores como o início do Poder Legislativo no País, pois reuniu deputados, eleitos, para elaborá-la e dar ao Brasil, recém independente de Portugal, um novo ordenamento jurídicoAo longo de quatro episódios, o “Ponto de Vista”, convidou oito especialistas que trouxeram diferentes visões daquele período, dando a oportunidade para que o público possa conhecer melhor o que foi proposto e discutido àquela época.

Alguns documentos inéditos e históricos, apresentados no programa, revelam que muitos dos temas sociais, econômicos, políticos e do ordenamento jurídico do Brasil, discutidos em 1823, ainda estão presentes na nossa sociedade. 

O acervo destes documentos recebeu o registro “Memória do Mundo”, conferido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), pelo seu valor como patrimônio documental da humanidade. Pela primeira vez na história, esses registros deixaram o cofre-forte do Arquivo de Obras Raras do Centro de Documentação e Informação da Câmara, para serem apresentados ao público pela série documental.

O primeiro episódio fala sobre “O Cenário político e a Constituinte de 1823”, e conta com depoimentos de Isabel Lustosa, historiadora, ensaísta e escritora, e Márcio Nuno Rabat, cientista político e consultor legislativo da Câmara dos Deputados.

Para falar sobre os “Avanços sociais e a questão da escravidão”, no segundo episódio foram ouvidos Ana Flávia Magalhães Pinto, historiadora, jornalista, professora e diretora-geral do Arquivo Nacional e Cristiano Paixão, professor de Direito Constitucional, historiógrafo e subprocurador-geral do Trabalho.

O episódio 3 aborda a “Liberdade de imprensa e participação popular”, com Fábio Portela, jornalista e consultor de Comunicação e Paulo Roberto de Almeida, diplomata, escritor e professor.

“A influência da Constituinte de 1823 nas demais Cartas Magnas” é o tema do episódio 4 que ouviu o poeta, escritor, tradutor, historiador e membro da Academia Brasileira de Letras Marco Lucchesi, e o professor, articulista, pesquisador e cientista político, Christian Lynch.


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A FAAP vai apresentar os melhores momentos do programa “Ponto de Vista”, da TV Câmara, em comemoração a Assembleia Constituinte de 1823 e aos 200 anos do Parlamento. O evento acontece dia 31 de agosto, às 9h30, no B-Hub.

Com a participação do jornalista e consultor de Comunicação da FAAP, Fábio Portela, do jornalista William França, da TV Câmara, do professor do curso de Direito, Luiz Fernando Prudente do Amaral e mediação da coordenadora do curso de Jornalismo, Edilamar Galvão, o evento vai discutir “FAAP E TV Câmara: 200 anos do Parlamento no Brasil”.

Há 200 anos, o Brasil vivia sua primeira experiência parlamentar. No dia 3 de maio de 1823 foi instalada a Assembleia Geral, Constituinte e Legislativa do Império do Brasil, no Rio de Janeiro. Dando origem ao Dia do Parlamento.

Embora dissolvida seis meses depois, aquela Constituinte é reconhecida por historiadores como o início do Poder Legislativo no País, pois reuniu deputados, eleitos, para elaborá-la e dar ao Brasil, recém independente de Portugal, um novo ordenamento jurídicoAo longo de quatro episódios, o “Ponto de Vista”, convidou oito especialistas que trouxeram diferentes visões daquele período, dando a oportunidade para que o público possa conhecer melhor o que foi proposto e discutido àquela época.

Alguns documentos inéditos e históricos, apresentados no programa, revelam que muitos dos temas sociais, econômicos, políticos e do ordenamento jurídico do Brasil, discutidos em 1823, ainda estão presentes na nossa sociedade. 

O acervo destes documentos recebeu o registro “Memória do Mundo”, conferido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), pelo seu valor como patrimônio documental da humanidade. Pela primeira vez na história, esses registros deixaram o cofre-forte do Arquivo de Obras Raras do Centro de Documentação e Informação da Câmara, para serem apresentados ao público pela série documental.

O primeiro episódio fala sobre “O Cenário político e a Constituinte de 1823”, e conta com depoimentos de Isabel Lustosa, historiadora, ensaísta e escritora, e Márcio Nuno Rabat, cientista político e consultor legislativo da Câmara dos Deputados.

Para falar sobre os “Avanços sociais e a questão da escravidão”, no segundo episódio foram ouvidos Ana Flávia Magalhães Pinto, historiadora, jornalista, professora e diretora-geral do Arquivo Nacional e Cristiano Paixão, professor de Direito Constitucional, historiógrafo e subprocurador-geral do Trabalho.

O episódio 3 aborda a “Liberdade de imprensa e participação popular”, com Fábio Portela, jornalista e consultor de Comunicação e Paulo Roberto de Almeida, diplomata, escritor e professor.

“A influência da Constituinte de 1823 nas demais Cartas Magnas” é o tema do episódio 4 que ouviu o poeta, escritor, tradutor, historiador e membro da Academia Brasileira de Letras Marco Lucchesi, e o professor, articulista, pesquisador e cientista político, Christian Lynch.


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Artes Visuais

Tudo sobre o restauro das obras do Jardim das Esculturas para preservar a arte e a história da FAAP

O MAB FAAP deu início ao importante projeto de restauração e conservação de 12 obras situadas no Jardim das Esculturas e na Praça do Sol. Este trabalho foi conduzido pela restauradora Tatiana Russo, contratada especialmente para garantir a preservação e a integridade dessas obras de arte. As esculturas, expostas às intempéries e às variações climáticas, exigem uma atenção especial para a sua conservação. O processo de restauração é essencial não apenas para a manutenção estética, mas também para garantir a longevidade das obras. A conservadora-restauradora Tatiana Russo nos contou um pouco mais sobre o processo: “O restauro de obras em áreas abertas é completamente diferente de tudo que estudamos sobre restauração de obras em locais fechados. Lidamos com um ambiente zero controle, ou seja, não conseguimos controlar a temperatura, a umidade, a ação de animais e até mesmo o contato do público com a obra. Nos restauros em áreas abertas, procuramos realizar o trabalho nos dias mais secos, evitando a chuva. Por isso, julho acaba sendo o melhor período para isso, além de coincidir com as férias escolares, quando as aulas estão suspensas. Optamos por realizar a pátina às segundas-feiras, já que é um trabalho que envolve o uso de fogo. Sem aulas e sem visitantes no Museu, quanto menos público, melhor.” Tatiana Russo e sua equipe estão realizando um trabalho minucioso, que inclui desde a limpeza e a estabilização das peças até a reparação de possíveis danos estruturais. O acompanhamento e a supervisão detalhada de cada etapa do processo são cruciais para o sucesso do restauro. “Estamos sempre buscando estratégias para realizar um restauro que dure o máximo possível, prevendo a interação com o público e o meio ambiente. Procuramos utilizar materiais que protejam a obra por mais tempo e planejamos ações de manutenção periódica, em conjunto com o pessoal de conservação do MAB”, contou Tatiana. O trabalho inclui a revitalização de pátina, higienização, polimento e pintura, entre outros processos. Após a limpeza, algumas obras recebem uma proteção de cera para garantir a preservação por mais tempo. Tatiana explica: “Nesse caso de obras em áreas externas, uma boa limpeza regular sempre ajuda. Em algumas situações, como no bronze, a aplicação de cera a cada seis meses também contribui para a proteção da pátina e em relação à chuva e outros fatores”. Para a FAAP, a preservação do patrimônio artístico e cultural é fundamental, tanto do ponto de vista pedagógico, como para garantir a longevidade dessas obras com grande valor histórico. As obras são de artistas de extrema importância, como Amilcar de Castro, Bruno Giorgi, Caciporé Torres, Cleber Machado, Franz Weissmann, Maria Guilhermina Gonçalves Fernandes, Nicolas Vlavianos, Sérgio Camargo e Yutaka Toyota. A dedicação de profissionais como Tatiana Russo é essencial para que essas obras continuem a inspirar e enriquecer o ambiente acadêmico e cultural da instituição. Supervisão na contratação e execução: Equipe de Conservação do MAB Coordenação: Tatiana Russo dos Reis Técnico: André Cruz da Silva Assistentes: Giulliana Ziemann Formigari e Daniel Nogueira de Lima Estagiário: Rafa Crepaldi Khouri Jovem aprendiz: Bianca Russo Cruz Coordenação de restauro das esculturas de Yutaka Toyota: Gianni


Na FAAP

Missão Estudantil FAAP Social visita o Quilombo Ivaporunduva 

Visando promover o turismo com propósito ético-cultural, a Missão Estudantil do FAAP Social visitou, no último fim de semana, o Quilombo Ivaporunduva, localizado no município de Eldorado, São Paulo, às margens do Rio Ribeira de Iguape, composto por 110 famílias. Os alunos puderam conhecer de perto práticas e costumes que são tradicionais da comunidade, que presa pela história quilombola no Brasil e a preservação ambiental.  “A Missão Ivaporunduva vem sendo organizada desde fevereiro, cada detalhe da organização foi pensado na imersão de 4 dias que teríamos no quilombo. Preparamos nossos alunos com encontros pré-viagem, com aulas sobre o movimento quilombola e sobre produção e roteiro de documentário”, nos explica Quezia Salvadori, Auxiliar de Responsabilidade Socioambiental que esteve presente em todo o processo da missão.  Por lá, além de levarem doações feitas pela Atlética FAAP, os estudantes também puderam gravar um documentário sobre a Festa de São Pedro, que combina tradições religiosas com uma cultura de mais de 300 anos de história étnico-racial. Quezia complementa “o envolvimento dos alunos entre si e entre os quilombolas, foi incrível! Voltamos para São Paulo com o coração transbordando energias boas, conhecimentos e com um documentário lindo e muito potente”.  Entre as doações está incluso mais de 100 kits de materiais escolares e, livros infantis voltados à causa antirracista, tais como “Amoras” e “E foi assim que eu e a escuridão ficamos amigas” do cantor, poeta e escritor Emicida, “Sinto o que sinto” do ator, diretor e escritor Lázaro Ramos, “Os dengos na moringa de voinha” de Ana Fátima, “O Pequeno Príncipe Preto” de Rodrigo França, “Neguinha, sim” de Renato Gama, entre

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