RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAAP ABRE AS PORTAS PARA MAIS UMA EDIÇÃO DO OPEN STUDIO COM ARTISTAS BRASILEIROS E ESTRANGEIROS.

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A Residência Artística FAAP, mantida pela Fundação no Edifício Lutetia, localizado no centro de São Paulo, realiza no dia 7 de abril o primeiro Open Studio do ano, com os atuais artistas residentes.

Na ocasião, o público poderá visitar as instalações desse espaço privilegiado, que apoia as atividades de criação, bem como estabelecer uma interação com os artistas e entrar em contato com seus projetos, experimentações técnicas, percepções e a presença da cidade em suas investigações.

Fazem parte da atividade os atuais residentes Catalina Jaramillo Quijano (Colômbia), Joélson Bugila (Rio de Janeiro, Brasil), Julia Volpato (Argentina), Léa Meier (Suíça), Lyz Parayzo (Rio de Janeiro, Brasil), Thomas Stempka (Estados Unidos), Ursula Gaisbauer (Alemanha) e os artistas participantes do Programa de Residência Artística da FAAP em parceria com a 33ª Bienal de São Paulo, Tal Isaac Hadad (França) e Tamar Guimarães (Belo Horizonte, Brasil/Dinamarca).

Com objetivo de apoiar e incentivar a produção artística contemporânea, a Residência Artística FAAP mantém parceria cultural com a Bienal, desde 2006, e já recebeu mais de 40 artistas do evento.

Por meio do Programa da Residência Artística FAAP, os participantes da 33ª Bienal de São Paulo, cujo tema deste ano será Afinidades Afetivas, desenvolverão pesquisas, atividades e produzirão obras inéditas para a exposição, que serão apresentadas no pavilhão da Bienal a partir de setembro de 2018.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer tempo e espaço para a pesquisa e o desenvolvimento de projetos – de forma temporária – para artistas estrangeiros e, também, para brasileiros que residem foram do Estado de São Paulo.

 

Open Studio

Data: 7 de abril

Horário: das 12h às 17h

Local: Residência Artística FAAP – Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé

Mais informações: (11) 3101-1776

resartisfaap.info@faap.br

www.faap.br/residenciaartistica

 

CATALINA JARAMILLO QUIJANO

Colômbia

 

Nascida em Medellín (Colômbia), é formada em Artes Plásticas pela Universidade Nacional de Colômbia, com intercâmbio na Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Exibiu, individualmente, na Galería Senda (Barcelona, Espanha), Galería Sextante (Bogotá, Colômbia), Galería Jenny Vilà (Cali, Colômbia) e Espacio Odeón (Bogotá, Colômbia), tendo seu trabalho já exposto em galerias e instituições na Colômbia, Chile, Argentina, Brasil, Estados Unidos, Espanha, Bélgica e França. Entre seus diferenciais, destacam-se o primeiro prêmio no Salón Cano (2007); segundo lugar no Concurso de Arte Joven, Embaixada da Espanha-Colsanitas (2014), Residência El Ranchito, Matadero Madrid (2015), residência Escuela Flora ars+natura (2016), residência “Pivô Research Program” (2017).

 

Joélson Bugila

Brasil (Rio de Janeiro)Joelson Bugila é artista visual e designer gráfico. Estudou Artes Visuais na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Em 2015, frequentou o grupo de estudos da Escola Entrópica do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Foi selecionado para o Programa de Formação de Práticas Artísticas Contemporâneas do EAV-Parque Lage, no Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, em 2014, foi contemplado com uma bolsa-residência na Cité des Arts em Paris. Vive atualmente em Petrópolis, no Rio de Janeiro.

 

JULIA VOLPATO

Argentina

Nascida em 1992 em Buenos Aires (Argentina), onde vive e trabalha atualmente. Segundo a artista: “Da atração pelos materiais, técnicas, os modos de fazer e as relações entre corpo e objeto, me formei como desenhista industrial (roubar conhecimento X concreto, aplicá-lo à arte). Interessa-me a conexão mente-mão-realidade, o valor da ideia e a palavra. A relação entre linguagem e comportamento. A coerência interna-externa, o tempo.”Mais informações: juliavolpato.xyz

 

LEA MEIER

Suíça

 

Léa Meier é artista e trabalha com questões de gênero, corpo, sujeira e desejo. Bacharel (2012) em Artes Visuais pela Universidade de Berna (Suíça) e com máster (2015) em Práticas Artísticas Contemporâneas pela Universidade de Genebra. Nos últimos anos, realizou várias performances e exposições em teatros e galerias na Suíça, desenvolveu colaborações com artistas da música e da dança, como “Les Mauvais Jours Finiront!”, “Lipstick Big Enough” e “Ma maison est une maison sale”. Foi integrante das residências “Watch and Talk”, no Festival de Teatro FAR, Le Programme Commun (2016-17, Nyon, Lausana, Suíça) e Arc artistic residency (2017, Romainmôtier, Suíça).

 

LYZ PARAYZO

Brasil (Rio de Janeiro)

 

Representada pela galeria Tato (SP), vive e trabalha entre Rio de Janeiro e São Paulo. Indicada ao Prêmio PIPA 2017. Graduanda em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, formou-se como artista visual na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage (2013-2016). Sua especialidade é borrar as fronteiras do que é oficial. Tem o corpo como principal suporte de trabalho e sua performance diária como plataforma de pesquisa. Suas bombas-plásticas desestabilizam as tecnologias heteronormativas da colonialidade, são projeções anabolizadas da sua existência. Desenvolve videoinstalações com conteúdo pós-pornográfico, joias bélicas e, atualmente, está pesquisando as performances de gênero e classe a partir da cor em seu “Salão Parayzo”, dispositivo itinerante no qual atua como manicura. Já participou de coletivas nacionais e internacionais, dentre as principais: Histórias da Sexualidade (Museu de Arte de São Paulo); Inauguração do SESC 24 de Maio; Mostra Performatus 2 (SESC Santos); 2 gran Bienal Tropical (Porto Rico), Imersões (Casa França-Brasil), Encruzilhada (Escola de Artes Visuais do Parque Lage), Abre Alas 13 (Galeria A gentil Carioca), A Urgência de Cada Um (Largo das Artes) e Descamada (Antiga Fábrica da Behring).

 

TAMAR GUIMARÃES

Brasil / DinamarcaTamar Guimarães trabalha com filme, som e instalações. Sua obra se baseia em pesquisa histórica e frequentemente incorpora materiais encontrados tais como fotos, textos, documentos e objetos. O reprocessamento dessa matéria-prima produz narrativas de natureza híbrida entre o documentário, o ensaio e a ficção. A artista investiga a maneira como relações sociais de raça, classe e trabalho se manifestam em produtos culturais distintos pertinentes à arquitetura, à literatura religiosa ou à dança, por exemplo.Dentre suas exposições estão as individuais “The Florists from Beyond the Grave”, SKMU Sørlandets Kunstmuseum, Kristiansand, Noruega (2015) e ?”Canoas”, Pink Summer, Palazzo Ducale, Genova, Itália (2014); e as coletivas 56ª Bienal de Veneza, Pavilhão Belga, Veneza, Itália (2015), “Rainbow in the Dark”, Malmö Kunstmuseum, Suécia (2015) e 31ª Bienal de São Paulo (2014).Realizou residência no 18th Street Arts Center, em Los Angeles, EUA (2016), Akademie Schloss Solitude, em Stuttgart, Alemanha (2012), na Cité des Arts: Danish Arts Council, Paris, França (2011) e Capacete, Rio de Janeiro, RJ e São Paulo, SP (2009). Premiada por Edstrandska Foundation Fellows, Malmö, Suécia (2014), Cisneros Fontanals Art Foundation, Grants and Commissions Program, Miami, EUA (2012) e Fair Play Award, Berlim, Alemanha (2007).

 

ÚRSULA GAISBAUER

Alemanha / ÁustriaEm sua obra artística, Úrsula Gaisbauer está preocupada com as particularidades do espaço em relação ao tempo. Após a graduação no curso voltado ao Site Specific, foi assistente de Adrien Tirtiaux, na Bélgica e na França. Vive e trabalha em Viena e é membro do Kunsthalle Wien Denkfabrik há vários anos.Os trabalhos de Úrsula existem em um contexto espaço-tempo e são dissolvidos após a mudança do valor do material para artístico. Seus materiais de construção são aqueles que, em função do uso, ou por estarem incompletos, tornaram-se comercialmente sem valor. Assim, acumulações que redirecionam caminhos, hábitos visuais e atenções são produzidas. Tais acumulações são construídas apenas para se desintegrar logo após a sua existência.Mais informações: http://www.ursulagaisbauer.com/

 

TAL ISAAC HADAD

França

 

Tal Isaac Hadad desenvolve performances como uma celebração de conexão e encontro em que se aprende a ouvir. Ele cria experiências de escuta e pesquisas coletivas levando a novas formas de troca com o público e narrativas musicais. Seus trabalhos anteriores foram apresentados no Museu do Herault (bps22), na Philharmonie de Paris, no Festival Verbo em São Paulo, e nos programas de performance Internacional Istanbul e Fiac Paris.Em sua última peça, envolveu cantores de ópera e coro de orquestra trazendo um grande público junto com performances contínuas e instalação de arte. Usando acústica fisiológica e psicologia coletiva, o “canto” se torna uma ferramenta que aborda a atenção para novos tipos de respostas sensoriais. Definir novos parâmetros para o público. Envolve-se o cérebro, o corpo dos artistas ou o público em experiências meditativas, primitivas e íntimas.

 

THOMAS STEMPKA

Estados Unidos

 

Nascido na Filadélfia, Thomas Stempka é um artista nômade / antidesigner nos últimos 12 anos, vivendo entre os EUA e a Europa. Estudou Arquitetura na Cooper Union, Desenho, na Universidade de Artes Aplicadas de Viena e, atualmente, está terminando seu mestrado em Estratégias de Espaço e Design na Kunstuniversität Linz. O foco principal de seu trabalho são os aspectos fenomenológicos e performativos da Arquitetura: nossas sórdidas relações com o ambiente construído e abraçando o não construído. Ele expôs e realizou trabalhos em galerias e festivais na Áustria, Catalunha, Chile, Alemanha, Itália, Sérvia, Portugal e EUA.


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A Residência Artística FAAP, mantida pela Fundação no Edifício Lutetia, localizado no centro de São Paulo, realiza no dia 7 de abril o primeiro Open Studio do ano, com os atuais artistas residentes.

Na ocasião, o público poderá visitar as instalações desse espaço privilegiado, que apoia as atividades de criação, bem como estabelecer uma interação com os artistas e entrar em contato com seus projetos, experimentações técnicas, percepções e a presença da cidade em suas investigações.

Fazem parte da atividade os atuais residentes Catalina Jaramillo Quijano (Colômbia), Joélson Bugila (Rio de Janeiro, Brasil), Julia Volpato (Argentina), Léa Meier (Suíça), Lyz Parayzo (Rio de Janeiro, Brasil), Thomas Stempka (Estados Unidos), Ursula Gaisbauer (Alemanha) e os artistas participantes do Programa de Residência Artística da FAAP em parceria com a 33ª Bienal de São Paulo, Tal Isaac Hadad (França) e Tamar Guimarães (Belo Horizonte, Brasil/Dinamarca).

Com objetivo de apoiar e incentivar a produção artística contemporânea, a Residência Artística FAAP mantém parceria cultural com a Bienal, desde 2006, e já recebeu mais de 40 artistas do evento.

Por meio do Programa da Residência Artística FAAP, os participantes da 33ª Bienal de São Paulo, cujo tema deste ano será Afinidades Afetivas, desenvolverão pesquisas, atividades e produzirão obras inéditas para a exposição, que serão apresentadas no pavilhão da Bienal a partir de setembro de 2018.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer tempo e espaço para a pesquisa e o desenvolvimento de projetos – de forma temporária – para artistas estrangeiros e, também, para brasileiros que residem foram do Estado de São Paulo.

 

Open Studio

Data: 7 de abril

Horário: das 12h às 17h

Local: Residência Artística FAAP – Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé

Mais informações: (11) 3101-1776

resartisfaap.info@faap.br

www.faap.br/residenciaartistica

 

CATALINA JARAMILLO QUIJANO

Colômbia

 

Nascida em Medellín (Colômbia), é formada em Artes Plásticas pela Universidade Nacional de Colômbia, com intercâmbio na Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Exibiu, individualmente, na Galería Senda (Barcelona, Espanha), Galería Sextante (Bogotá, Colômbia), Galería Jenny Vilà (Cali, Colômbia) e Espacio Odeón (Bogotá, Colômbia), tendo seu trabalho já exposto em galerias e instituições na Colômbia, Chile, Argentina, Brasil, Estados Unidos, Espanha, Bélgica e França. Entre seus diferenciais, destacam-se o primeiro prêmio no Salón Cano (2007); segundo lugar no Concurso de Arte Joven, Embaixada da Espanha-Colsanitas (2014), Residência El Ranchito, Matadero Madrid (2015), residência Escuela Flora ars+natura (2016), residência “Pivô Research Program” (2017).

 

Joélson Bugila

Brasil (Rio de Janeiro)Joelson Bugila é artista visual e designer gráfico. Estudou Artes Visuais na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Em 2015, frequentou o grupo de estudos da Escola Entrópica do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Foi selecionado para o Programa de Formação de Práticas Artísticas Contemporâneas do EAV-Parque Lage, no Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, em 2014, foi contemplado com uma bolsa-residência na Cité des Arts em Paris. Vive atualmente em Petrópolis, no Rio de Janeiro.

 

JULIA VOLPATO

Argentina

Nascida em 1992 em Buenos Aires (Argentina), onde vive e trabalha atualmente. Segundo a artista: “Da atração pelos materiais, técnicas, os modos de fazer e as relações entre corpo e objeto, me formei como desenhista industrial (roubar conhecimento X concreto, aplicá-lo à arte). Interessa-me a conexão mente-mão-realidade, o valor da ideia e a palavra. A relação entre linguagem e comportamento. A coerência interna-externa, o tempo.”Mais informações: juliavolpato.xyz

 

LEA MEIER

Suíça

 

Léa Meier é artista e trabalha com questões de gênero, corpo, sujeira e desejo. Bacharel (2012) em Artes Visuais pela Universidade de Berna (Suíça) e com máster (2015) em Práticas Artísticas Contemporâneas pela Universidade de Genebra. Nos últimos anos, realizou várias performances e exposições em teatros e galerias na Suíça, desenvolveu colaborações com artistas da música e da dança, como “Les Mauvais Jours Finiront!”, “Lipstick Big Enough” e “Ma maison est une maison sale”. Foi integrante das residências “Watch and Talk”, no Festival de Teatro FAR, Le Programme Commun (2016-17, Nyon, Lausana, Suíça) e Arc artistic residency (2017, Romainmôtier, Suíça).

 

LYZ PARAYZO

Brasil (Rio de Janeiro)

 

Representada pela galeria Tato (SP), vive e trabalha entre Rio de Janeiro e São Paulo. Indicada ao Prêmio PIPA 2017. Graduanda em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, formou-se como artista visual na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage (2013-2016). Sua especialidade é borrar as fronteiras do que é oficial. Tem o corpo como principal suporte de trabalho e sua performance diária como plataforma de pesquisa. Suas bombas-plásticas desestabilizam as tecnologias heteronormativas da colonialidade, são projeções anabolizadas da sua existência. Desenvolve videoinstalações com conteúdo pós-pornográfico, joias bélicas e, atualmente, está pesquisando as performances de gênero e classe a partir da cor em seu “Salão Parayzo”, dispositivo itinerante no qual atua como manicura. Já participou de coletivas nacionais e internacionais, dentre as principais: Histórias da Sexualidade (Museu de Arte de São Paulo); Inauguração do SESC 24 de Maio; Mostra Performatus 2 (SESC Santos); 2 gran Bienal Tropical (Porto Rico), Imersões (Casa França-Brasil), Encruzilhada (Escola de Artes Visuais do Parque Lage), Abre Alas 13 (Galeria A gentil Carioca), A Urgência de Cada Um (Largo das Artes) e Descamada (Antiga Fábrica da Behring).

 

TAMAR GUIMARÃES

Brasil / DinamarcaTamar Guimarães trabalha com filme, som e instalações. Sua obra se baseia em pesquisa histórica e frequentemente incorpora materiais encontrados tais como fotos, textos, documentos e objetos. O reprocessamento dessa matéria-prima produz narrativas de natureza híbrida entre o documentário, o ensaio e a ficção. A artista investiga a maneira como relações sociais de raça, classe e trabalho se manifestam em produtos culturais distintos pertinentes à arquitetura, à literatura religiosa ou à dança, por exemplo.Dentre suas exposições estão as individuais “The Florists from Beyond the Grave”, SKMU Sørlandets Kunstmuseum, Kristiansand, Noruega (2015) e ?”Canoas”, Pink Summer, Palazzo Ducale, Genova, Itália (2014); e as coletivas 56ª Bienal de Veneza, Pavilhão Belga, Veneza, Itália (2015), “Rainbow in the Dark”, Malmö Kunstmuseum, Suécia (2015) e 31ª Bienal de São Paulo (2014).Realizou residência no 18th Street Arts Center, em Los Angeles, EUA (2016), Akademie Schloss Solitude, em Stuttgart, Alemanha (2012), na Cité des Arts: Danish Arts Council, Paris, França (2011) e Capacete, Rio de Janeiro, RJ e São Paulo, SP (2009). Premiada por Edstrandska Foundation Fellows, Malmö, Suécia (2014), Cisneros Fontanals Art Foundation, Grants and Commissions Program, Miami, EUA (2012) e Fair Play Award, Berlim, Alemanha (2007).

 

ÚRSULA GAISBAUER

Alemanha / ÁustriaEm sua obra artística, Úrsula Gaisbauer está preocupada com as particularidades do espaço em relação ao tempo. Após a graduação no curso voltado ao Site Specific, foi assistente de Adrien Tirtiaux, na Bélgica e na França. Vive e trabalha em Viena e é membro do Kunsthalle Wien Denkfabrik há vários anos.Os trabalhos de Úrsula existem em um contexto espaço-tempo e são dissolvidos após a mudança do valor do material para artístico. Seus materiais de construção são aqueles que, em função do uso, ou por estarem incompletos, tornaram-se comercialmente sem valor. Assim, acumulações que redirecionam caminhos, hábitos visuais e atenções são produzidas. Tais acumulações são construídas apenas para se desintegrar logo após a sua existência.Mais informações: http://www.ursulagaisbauer.com/

 

TAL ISAAC HADAD

França

 

Tal Isaac Hadad desenvolve performances como uma celebração de conexão e encontro em que se aprende a ouvir. Ele cria experiências de escuta e pesquisas coletivas levando a novas formas de troca com o público e narrativas musicais. Seus trabalhos anteriores foram apresentados no Museu do Herault (bps22), na Philharmonie de Paris, no Festival Verbo em São Paulo, e nos programas de performance Internacional Istanbul e Fiac Paris.Em sua última peça, envolveu cantores de ópera e coro de orquestra trazendo um grande público junto com performances contínuas e instalação de arte. Usando acústica fisiológica e psicologia coletiva, o “canto” se torna uma ferramenta que aborda a atenção para novos tipos de respostas sensoriais. Definir novos parâmetros para o público. Envolve-se o cérebro, o corpo dos artistas ou o público em experiências meditativas, primitivas e íntimas.

 

THOMAS STEMPKA

Estados Unidos

 

Nascido na Filadélfia, Thomas Stempka é um artista nômade / antidesigner nos últimos 12 anos, vivendo entre os EUA e a Europa. Estudou Arquitetura na Cooper Union, Desenho, na Universidade de Artes Aplicadas de Viena e, atualmente, está terminando seu mestrado em Estratégias de Espaço e Design na Kunstuniversität Linz. O foco principal de seu trabalho são os aspectos fenomenológicos e performativos da Arquitetura: nossas sórdidas relações com o ambiente construído e abraçando o não construído. Ele expôs e realizou trabalhos em galerias e festivais na Áustria, Catalunha, Chile, Alemanha, Itália, Sérvia, Portugal e EUA.


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Na FAAP

FAAP inaugura Cinema e nova ala de Audiovisual 

FAAP inaugurou, nesta terça-feira, a mais completa, tecnológica e sofisticada ala acadêmica de Audiovisual do Brasil, com evento lotado. Localizada no prédio 1 da Fundação, a nova ala atende os cursos de Cinema, Produção Audiovisual, Jornalismo e todos os outros cursos que de uma forma ou de outra transitam pelo mundo da comunicação. “Sinto uma enorme satisfação em poder inaugurar, hoje, esta ala de Audiovisual que, com certeza, vai perpetuar na linha do tempo de acontecimentos históricos e relevantes da FAAP”, comentou a Sra. Pilar Guillon Liotti, Membro do Conselho do MAB FAAP. O grande destaque da ala fica por conta do CINE FAAP, um cinema profissional de última geração, com capacidade para 88 pessoas. A sala de projeção é equipada com tecnologia de ponta e é a única sala digital do país, situada em uma instituição de ensino superior, que possui projeção 2K com sistema DCP, um projetor Christie Laser e som Dolby digital 5.1. Na entrada do cinema temos uma exposição permanente de cartazes originais, parte do acervo da Filmoteca da FAAP. Além do cinema, a nova ala conta com dois superestúdios. Um de 114m² e outro de 133m², em 8,5m de pé-direito livre, totalizando 247 metros quadrados de espaço dedicados a filmagens, cenografias e afins. Chama a atenção também, um imponente estúdio de vidro para gravações de podcasts, além de mais 4 estúdios multiusos, estúdio de fotografia com um novíssimo laboratório de revelação analógica, sala de rádio, entre outras produções audiovisuais. Diversas ilhas de edição e equipamentos de última geração permitem ao aluno a experiência de aprender com o que há de mais atualizado no mercado profissional. Os estudantes têm à disposição Câmeras Blackmagic 4K, Sony PMW – F55 4K, mesa Pro Tools e Avid, salas de edição com isolamento acústico, ilha de edição 3D, computadores, pacote Adobe e todos os acessórios necessários para as produções mais complexas do cinema, entretenimento, jornalismo e audiovisuais no geral. Vale lembrar que a Filmoteca da FAAP é uma das três maiores do país, junto com a da Cinemateca Brasileira e a do MAM. Sua coleção inclui mais de 10 mil películas, 8 mil cartazes de filmes, 12 mil fotos, além de curtas e séries exibidos em salas de cinema de todo o Brasil. Com esta inauguração, a FAAP, uma instituição contemporânea que se atualiza todos os dias há 77 anos, se consolida como a maior referência no ensino de audiovisual do Brasil, oferecendo aos alunos as melhores ferramentas e tecnologias do mercado para o desenvolvimento de suas habilidades e projetos


Business and International Affairs

Helio Bertachini apresenta palestra ‘Bancos Multilaterais e a carreira do Internacionalista’ 

Nessa última terça-feira, 11, os alunos do BIA participaram da palestra “Bancos Multilaterais e a carreira do Internacionalista” com o mestre em Relações Internacionais e Economia pela UC San Diego School of Global Policy and Strategy, Helio Bertachini, responsável atualmente pelo setor de monitoramento e avaliação de projetos no African Development Bank Group.   “Muitas vezes, é através de eventos como esse que vocês mantêm um objetivo profissional ou o eliminam. Então essa versatilidade é muito boa, bem como trazer profissionais da área para falar a respeito do assunto”, reforça a mediadora Vanessa Braga, professora de Relações Internacionais da FAAP. Bertachini é ex-aluno da FAAP, bacharel em RI e mora atualmente em Joanesburgo, África do Sul. O internacionalista compartilhou com os alunos a sua trajetória profissional no exterior, os desafios, e as oportunidades dentro do setor de bancos públicos internacionais.   O que são os Bancos Multilaterais de Desenvolvimento?   Os Bancos Multilaterais são instituições financeiras públicas que surgiram na década de 1940 com objetivo de reestruturar os países no período pós-guerras mundiais. “Eles basicamente têm a mesma função, falam sobre as mesmas coisas. Como a redução da pobreza, prosperidade compartilhada, desenvolvimento econômico, crescimento sustentável e socioambiental. Basicamente eles trabalham com os mesmos objetivos”, explica Helio.   Os Bancos de Desenvolvimento são divididos em 3 campos de ação. O primeiro está vinculado aos setores reais, tais como infraestrutura, agricultura e educação. O segundo é referente às políticas públicas, uma vez que emprestam dinheiro para que algumas reformas econômicas aconteçam nos países.   Helio ainda complementa: “e tem toda uma parte de pesquisa e produção de conhecimento. Se você entrar no Banco Mundial tem todo um setor de economia aplicada. Tem todo um setor que faz estudos sobre quais políticas públicas fazem mais efeito, muita avaliação de impacto. Tem todo um trabalho sobre tentar investigar qual o real impacto do banco e dos projetos que a gente faz nos países em desenvolvimento”.  As possíveis carreiras  Partindo do alinhamento sobre o que é o Banco Multilateral e quais são as suas frentes de ação, Bertachini destacou a importância do networking, da viagem ao exterior e ainda explicou aos alunos sobre as possíveis carreiras desse setor, como funciona o preparo para as vagas disponíveis no mercado, quais os salários de cada cargo, assim como elucidou como funcionam as equipes de projetos.   São muitas as possibilidades e, entre elas, destacou as equipes responsáveis pela área jurídica, áreas de risco, os especialistas em questões socioambientais, aquisições, front office e country office, economistas, entre outros.     Para qualquer dúvida ou interesse sobre a carreira, os prós e contras, desafios e oportunidades, deixou o seu contato disponível:


Na FAAP

Luiz Felipe Pondé ministra aula inaugural de sua Pós na FAAP

Nessa segunda-feira, 10, Luiz Felipe Pondé ministrou aula inaugural de sua Pós-Graduação “Mercado e Comportamento no Século XXI”, na FAAP. As aulas da pós-graduação serão online. Uma parte dos conteúdos será gravada, e outra será em formato de live. Todas as lives ficarão disponíveis para consultas. O curso terá duração de até 12 meses e vai contar com nomes de peso do mercado como: Walter Longo, publicitário especialista em comunicação e interatividade. Rodrigo Petronio, filósofo e escritor. João Braga, historiador da moda e professor dos cursos de graduação e pós-graduação em Moda da FAAP. Davi Lago, professor de Filosofia do Direito e colunista da revista Veja, Estado da Arte/Estadão, Jornal Em Tempo e G1. Eduardo Wolf, filósofo e colaborador da revista Veja e editor da plataforma multimídia O Estado da Arte, no jornal O Estado de São Paulo. Juliana de Albuquerque, filósofa e colunista da Folha de São Paulo. Martha Gabriel, especialista em inovação, palestrante keynote internacional premiada, 8 TEDx. João Pereira Coutinho, cientista político, cronista e colunista da Folha de São Paulo e Colaborador do jornal diário português Correio da Manhã. Para estar à frente do mercado é preciso desenvolver um pensamento crítico capaz de antecipar tendências e navegar com destreza por esse novo mundo. Esse é o foco da pós-graduação “Mercado e Comportamento no Século XXI”, concebida por Luiz Felipe Pondé, o renomado filósofo, escritor e ensaísta brasileiro. Se interessou? Garanta sua

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