RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAAP ABRE AS PORTAS PARA MAIS UMA EDIÇÃO DO OPEN STUDIO COM ARTISTAS BRASILEIROS E ESTRANGEIROS.

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A Residência Artística FAAP, mantida pela Fundação no Edifício Lutetia, localizado no centro de São Paulo, realiza no dia 7 de abril o primeiro Open Studio do ano, com os atuais artistas residentes.

Na ocasião, o público poderá visitar as instalações desse espaço privilegiado, que apoia as atividades de criação, bem como estabelecer uma interação com os artistas e entrar em contato com seus projetos, experimentações técnicas, percepções e a presença da cidade em suas investigações.

Fazem parte da atividade os atuais residentes Catalina Jaramillo Quijano (Colômbia), Joélson Bugila (Rio de Janeiro, Brasil), Julia Volpato (Argentina), Léa Meier (Suíça), Lyz Parayzo (Rio de Janeiro, Brasil), Thomas Stempka (Estados Unidos), Ursula Gaisbauer (Alemanha) e os artistas participantes do Programa de Residência Artística da FAAP em parceria com a 33ª Bienal de São Paulo, Tal Isaac Hadad (França) e Tamar Guimarães (Belo Horizonte, Brasil/Dinamarca).

Com objetivo de apoiar e incentivar a produção artística contemporânea, a Residência Artística FAAP mantém parceria cultural com a Bienal, desde 2006, e já recebeu mais de 40 artistas do evento.

Por meio do Programa da Residência Artística FAAP, os participantes da 33ª Bienal de São Paulo, cujo tema deste ano será Afinidades Afetivas, desenvolverão pesquisas, atividades e produzirão obras inéditas para a exposição, que serão apresentadas no pavilhão da Bienal a partir de setembro de 2018.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer tempo e espaço para a pesquisa e o desenvolvimento de projetos – de forma temporária – para artistas estrangeiros e, também, para brasileiros que residem foram do Estado de São Paulo.

 

Open Studio

Data: 7 de abril

Horário: das 12h às 17h

Local: Residência Artística FAAP – Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé

Mais informações: (11) 3101-1776

resartisfaap.info@faap.br

www.faap.br/residenciaartistica

 

CATALINA JARAMILLO QUIJANO

Colômbia

 

Nascida em Medellín (Colômbia), é formada em Artes Plásticas pela Universidade Nacional de Colômbia, com intercâmbio na Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Exibiu, individualmente, na Galería Senda (Barcelona, Espanha), Galería Sextante (Bogotá, Colômbia), Galería Jenny Vilà (Cali, Colômbia) e Espacio Odeón (Bogotá, Colômbia), tendo seu trabalho já exposto em galerias e instituições na Colômbia, Chile, Argentina, Brasil, Estados Unidos, Espanha, Bélgica e França. Entre seus diferenciais, destacam-se o primeiro prêmio no Salón Cano (2007); segundo lugar no Concurso de Arte Joven, Embaixada da Espanha-Colsanitas (2014), Residência El Ranchito, Matadero Madrid (2015), residência Escuela Flora ars+natura (2016), residência “Pivô Research Program” (2017).

 

Joélson Bugila

Brasil (Rio de Janeiro)Joelson Bugila é artista visual e designer gráfico. Estudou Artes Visuais na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Em 2015, frequentou o grupo de estudos da Escola Entrópica do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Foi selecionado para o Programa de Formação de Práticas Artísticas Contemporâneas do EAV-Parque Lage, no Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, em 2014, foi contemplado com uma bolsa-residência na Cité des Arts em Paris. Vive atualmente em Petrópolis, no Rio de Janeiro.

 

JULIA VOLPATO

Argentina

Nascida em 1992 em Buenos Aires (Argentina), onde vive e trabalha atualmente. Segundo a artista: “Da atração pelos materiais, técnicas, os modos de fazer e as relações entre corpo e objeto, me formei como desenhista industrial (roubar conhecimento X concreto, aplicá-lo à arte). Interessa-me a conexão mente-mão-realidade, o valor da ideia e a palavra. A relação entre linguagem e comportamento. A coerência interna-externa, o tempo.”Mais informações: juliavolpato.xyz

 

LEA MEIER

Suíça

 

Léa Meier é artista e trabalha com questões de gênero, corpo, sujeira e desejo. Bacharel (2012) em Artes Visuais pela Universidade de Berna (Suíça) e com máster (2015) em Práticas Artísticas Contemporâneas pela Universidade de Genebra. Nos últimos anos, realizou várias performances e exposições em teatros e galerias na Suíça, desenvolveu colaborações com artistas da música e da dança, como “Les Mauvais Jours Finiront!”, “Lipstick Big Enough” e “Ma maison est une maison sale”. Foi integrante das residências “Watch and Talk”, no Festival de Teatro FAR, Le Programme Commun (2016-17, Nyon, Lausana, Suíça) e Arc artistic residency (2017, Romainmôtier, Suíça).

 

LYZ PARAYZO

Brasil (Rio de Janeiro)

 

Representada pela galeria Tato (SP), vive e trabalha entre Rio de Janeiro e São Paulo. Indicada ao Prêmio PIPA 2017. Graduanda em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, formou-se como artista visual na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage (2013-2016). Sua especialidade é borrar as fronteiras do que é oficial. Tem o corpo como principal suporte de trabalho e sua performance diária como plataforma de pesquisa. Suas bombas-plásticas desestabilizam as tecnologias heteronormativas da colonialidade, são projeções anabolizadas da sua existência. Desenvolve videoinstalações com conteúdo pós-pornográfico, joias bélicas e, atualmente, está pesquisando as performances de gênero e classe a partir da cor em seu “Salão Parayzo”, dispositivo itinerante no qual atua como manicura. Já participou de coletivas nacionais e internacionais, dentre as principais: Histórias da Sexualidade (Museu de Arte de São Paulo); Inauguração do SESC 24 de Maio; Mostra Performatus 2 (SESC Santos); 2 gran Bienal Tropical (Porto Rico), Imersões (Casa França-Brasil), Encruzilhada (Escola de Artes Visuais do Parque Lage), Abre Alas 13 (Galeria A gentil Carioca), A Urgência de Cada Um (Largo das Artes) e Descamada (Antiga Fábrica da Behring).

 

TAMAR GUIMARÃES

Brasil / DinamarcaTamar Guimarães trabalha com filme, som e instalações. Sua obra se baseia em pesquisa histórica e frequentemente incorpora materiais encontrados tais como fotos, textos, documentos e objetos. O reprocessamento dessa matéria-prima produz narrativas de natureza híbrida entre o documentário, o ensaio e a ficção. A artista investiga a maneira como relações sociais de raça, classe e trabalho se manifestam em produtos culturais distintos pertinentes à arquitetura, à literatura religiosa ou à dança, por exemplo.Dentre suas exposições estão as individuais “The Florists from Beyond the Grave”, SKMU Sørlandets Kunstmuseum, Kristiansand, Noruega (2015) e ?”Canoas”, Pink Summer, Palazzo Ducale, Genova, Itália (2014); e as coletivas 56ª Bienal de Veneza, Pavilhão Belga, Veneza, Itália (2015), “Rainbow in the Dark”, Malmö Kunstmuseum, Suécia (2015) e 31ª Bienal de São Paulo (2014).Realizou residência no 18th Street Arts Center, em Los Angeles, EUA (2016), Akademie Schloss Solitude, em Stuttgart, Alemanha (2012), na Cité des Arts: Danish Arts Council, Paris, França (2011) e Capacete, Rio de Janeiro, RJ e São Paulo, SP (2009). Premiada por Edstrandska Foundation Fellows, Malmö, Suécia (2014), Cisneros Fontanals Art Foundation, Grants and Commissions Program, Miami, EUA (2012) e Fair Play Award, Berlim, Alemanha (2007).

 

ÚRSULA GAISBAUER

Alemanha / ÁustriaEm sua obra artística, Úrsula Gaisbauer está preocupada com as particularidades do espaço em relação ao tempo. Após a graduação no curso voltado ao Site Specific, foi assistente de Adrien Tirtiaux, na Bélgica e na França. Vive e trabalha em Viena e é membro do Kunsthalle Wien Denkfabrik há vários anos.Os trabalhos de Úrsula existem em um contexto espaço-tempo e são dissolvidos após a mudança do valor do material para artístico. Seus materiais de construção são aqueles que, em função do uso, ou por estarem incompletos, tornaram-se comercialmente sem valor. Assim, acumulações que redirecionam caminhos, hábitos visuais e atenções são produzidas. Tais acumulações são construídas apenas para se desintegrar logo após a sua existência.Mais informações: http://www.ursulagaisbauer.com/

 

TAL ISAAC HADAD

França

 

Tal Isaac Hadad desenvolve performances como uma celebração de conexão e encontro em que se aprende a ouvir. Ele cria experiências de escuta e pesquisas coletivas levando a novas formas de troca com o público e narrativas musicais. Seus trabalhos anteriores foram apresentados no Museu do Herault (bps22), na Philharmonie de Paris, no Festival Verbo em São Paulo, e nos programas de performance Internacional Istanbul e Fiac Paris.Em sua última peça, envolveu cantores de ópera e coro de orquestra trazendo um grande público junto com performances contínuas e instalação de arte. Usando acústica fisiológica e psicologia coletiva, o “canto” se torna uma ferramenta que aborda a atenção para novos tipos de respostas sensoriais. Definir novos parâmetros para o público. Envolve-se o cérebro, o corpo dos artistas ou o público em experiências meditativas, primitivas e íntimas.

 

THOMAS STEMPKA

Estados Unidos

 

Nascido na Filadélfia, Thomas Stempka é um artista nômade / antidesigner nos últimos 12 anos, vivendo entre os EUA e a Europa. Estudou Arquitetura na Cooper Union, Desenho, na Universidade de Artes Aplicadas de Viena e, atualmente, está terminando seu mestrado em Estratégias de Espaço e Design na Kunstuniversität Linz. O foco principal de seu trabalho são os aspectos fenomenológicos e performativos da Arquitetura: nossas sórdidas relações com o ambiente construído e abraçando o não construído. Ele expôs e realizou trabalhos em galerias e festivais na Áustria, Catalunha, Chile, Alemanha, Itália, Sérvia, Portugal e EUA.


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A Residência Artística FAAP, mantida pela Fundação no Edifício Lutetia, localizado no centro de São Paulo, realiza no dia 7 de abril o primeiro Open Studio do ano, com os atuais artistas residentes.

Na ocasião, o público poderá visitar as instalações desse espaço privilegiado, que apoia as atividades de criação, bem como estabelecer uma interação com os artistas e entrar em contato com seus projetos, experimentações técnicas, percepções e a presença da cidade em suas investigações.

Fazem parte da atividade os atuais residentes Catalina Jaramillo Quijano (Colômbia), Joélson Bugila (Rio de Janeiro, Brasil), Julia Volpato (Argentina), Léa Meier (Suíça), Lyz Parayzo (Rio de Janeiro, Brasil), Thomas Stempka (Estados Unidos), Ursula Gaisbauer (Alemanha) e os artistas participantes do Programa de Residência Artística da FAAP em parceria com a 33ª Bienal de São Paulo, Tal Isaac Hadad (França) e Tamar Guimarães (Belo Horizonte, Brasil/Dinamarca).

Com objetivo de apoiar e incentivar a produção artística contemporânea, a Residência Artística FAAP mantém parceria cultural com a Bienal, desde 2006, e já recebeu mais de 40 artistas do evento.

Por meio do Programa da Residência Artística FAAP, os participantes da 33ª Bienal de São Paulo, cujo tema deste ano será Afinidades Afetivas, desenvolverão pesquisas, atividades e produzirão obras inéditas para a exposição, que serão apresentadas no pavilhão da Bienal a partir de setembro de 2018.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer tempo e espaço para a pesquisa e o desenvolvimento de projetos – de forma temporária – para artistas estrangeiros e, também, para brasileiros que residem foram do Estado de São Paulo.

 

Open Studio

Data: 7 de abril

Horário: das 12h às 17h

Local: Residência Artística FAAP – Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – Sé

Mais informações: (11) 3101-1776

resartisfaap.info@faap.br

www.faap.br/residenciaartistica

 

CATALINA JARAMILLO QUIJANO

Colômbia

 

Nascida em Medellín (Colômbia), é formada em Artes Plásticas pela Universidade Nacional de Colômbia, com intercâmbio na Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Exibiu, individualmente, na Galería Senda (Barcelona, Espanha), Galería Sextante (Bogotá, Colômbia), Galería Jenny Vilà (Cali, Colômbia) e Espacio Odeón (Bogotá, Colômbia), tendo seu trabalho já exposto em galerias e instituições na Colômbia, Chile, Argentina, Brasil, Estados Unidos, Espanha, Bélgica e França. Entre seus diferenciais, destacam-se o primeiro prêmio no Salón Cano (2007); segundo lugar no Concurso de Arte Joven, Embaixada da Espanha-Colsanitas (2014), Residência El Ranchito, Matadero Madrid (2015), residência Escuela Flora ars+natura (2016), residência “Pivô Research Program” (2017).

 

Joélson Bugila

Brasil (Rio de Janeiro)Joelson Bugila é artista visual e designer gráfico. Estudou Artes Visuais na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Em 2015, frequentou o grupo de estudos da Escola Entrópica do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Foi selecionado para o Programa de Formação de Práticas Artísticas Contemporâneas do EAV-Parque Lage, no Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, em 2014, foi contemplado com uma bolsa-residência na Cité des Arts em Paris. Vive atualmente em Petrópolis, no Rio de Janeiro.

 

JULIA VOLPATO

Argentina

Nascida em 1992 em Buenos Aires (Argentina), onde vive e trabalha atualmente. Segundo a artista: “Da atração pelos materiais, técnicas, os modos de fazer e as relações entre corpo e objeto, me formei como desenhista industrial (roubar conhecimento X concreto, aplicá-lo à arte). Interessa-me a conexão mente-mão-realidade, o valor da ideia e a palavra. A relação entre linguagem e comportamento. A coerência interna-externa, o tempo.”Mais informações: juliavolpato.xyz

 

LEA MEIER

Suíça

 

Léa Meier é artista e trabalha com questões de gênero, corpo, sujeira e desejo. Bacharel (2012) em Artes Visuais pela Universidade de Berna (Suíça) e com máster (2015) em Práticas Artísticas Contemporâneas pela Universidade de Genebra. Nos últimos anos, realizou várias performances e exposições em teatros e galerias na Suíça, desenvolveu colaborações com artistas da música e da dança, como “Les Mauvais Jours Finiront!”, “Lipstick Big Enough” e “Ma maison est une maison sale”. Foi integrante das residências “Watch and Talk”, no Festival de Teatro FAR, Le Programme Commun (2016-17, Nyon, Lausana, Suíça) e Arc artistic residency (2017, Romainmôtier, Suíça).

 

LYZ PARAYZO

Brasil (Rio de Janeiro)

 

Representada pela galeria Tato (SP), vive e trabalha entre Rio de Janeiro e São Paulo. Indicada ao Prêmio PIPA 2017. Graduanda em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, formou-se como artista visual na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage (2013-2016). Sua especialidade é borrar as fronteiras do que é oficial. Tem o corpo como principal suporte de trabalho e sua performance diária como plataforma de pesquisa. Suas bombas-plásticas desestabilizam as tecnologias heteronormativas da colonialidade, são projeções anabolizadas da sua existência. Desenvolve videoinstalações com conteúdo pós-pornográfico, joias bélicas e, atualmente, está pesquisando as performances de gênero e classe a partir da cor em seu “Salão Parayzo”, dispositivo itinerante no qual atua como manicura. Já participou de coletivas nacionais e internacionais, dentre as principais: Histórias da Sexualidade (Museu de Arte de São Paulo); Inauguração do SESC 24 de Maio; Mostra Performatus 2 (SESC Santos); 2 gran Bienal Tropical (Porto Rico), Imersões (Casa França-Brasil), Encruzilhada (Escola de Artes Visuais do Parque Lage), Abre Alas 13 (Galeria A gentil Carioca), A Urgência de Cada Um (Largo das Artes) e Descamada (Antiga Fábrica da Behring).

 

TAMAR GUIMARÃES

Brasil / DinamarcaTamar Guimarães trabalha com filme, som e instalações. Sua obra se baseia em pesquisa histórica e frequentemente incorpora materiais encontrados tais como fotos, textos, documentos e objetos. O reprocessamento dessa matéria-prima produz narrativas de natureza híbrida entre o documentário, o ensaio e a ficção. A artista investiga a maneira como relações sociais de raça, classe e trabalho se manifestam em produtos culturais distintos pertinentes à arquitetura, à literatura religiosa ou à dança, por exemplo.Dentre suas exposições estão as individuais “The Florists from Beyond the Grave”, SKMU Sørlandets Kunstmuseum, Kristiansand, Noruega (2015) e ?”Canoas”, Pink Summer, Palazzo Ducale, Genova, Itália (2014); e as coletivas 56ª Bienal de Veneza, Pavilhão Belga, Veneza, Itália (2015), “Rainbow in the Dark”, Malmö Kunstmuseum, Suécia (2015) e 31ª Bienal de São Paulo (2014).Realizou residência no 18th Street Arts Center, em Los Angeles, EUA (2016), Akademie Schloss Solitude, em Stuttgart, Alemanha (2012), na Cité des Arts: Danish Arts Council, Paris, França (2011) e Capacete, Rio de Janeiro, RJ e São Paulo, SP (2009). Premiada por Edstrandska Foundation Fellows, Malmö, Suécia (2014), Cisneros Fontanals Art Foundation, Grants and Commissions Program, Miami, EUA (2012) e Fair Play Award, Berlim, Alemanha (2007).

 

ÚRSULA GAISBAUER

Alemanha / ÁustriaEm sua obra artística, Úrsula Gaisbauer está preocupada com as particularidades do espaço em relação ao tempo. Após a graduação no curso voltado ao Site Specific, foi assistente de Adrien Tirtiaux, na Bélgica e na França. Vive e trabalha em Viena e é membro do Kunsthalle Wien Denkfabrik há vários anos.Os trabalhos de Úrsula existem em um contexto espaço-tempo e são dissolvidos após a mudança do valor do material para artístico. Seus materiais de construção são aqueles que, em função do uso, ou por estarem incompletos, tornaram-se comercialmente sem valor. Assim, acumulações que redirecionam caminhos, hábitos visuais e atenções são produzidas. Tais acumulações são construídas apenas para se desintegrar logo após a sua existência.Mais informações: http://www.ursulagaisbauer.com/

 

TAL ISAAC HADAD

França

 

Tal Isaac Hadad desenvolve performances como uma celebração de conexão e encontro em que se aprende a ouvir. Ele cria experiências de escuta e pesquisas coletivas levando a novas formas de troca com o público e narrativas musicais. Seus trabalhos anteriores foram apresentados no Museu do Herault (bps22), na Philharmonie de Paris, no Festival Verbo em São Paulo, e nos programas de performance Internacional Istanbul e Fiac Paris.Em sua última peça, envolveu cantores de ópera e coro de orquestra trazendo um grande público junto com performances contínuas e instalação de arte. Usando acústica fisiológica e psicologia coletiva, o “canto” se torna uma ferramenta que aborda a atenção para novos tipos de respostas sensoriais. Definir novos parâmetros para o público. Envolve-se o cérebro, o corpo dos artistas ou o público em experiências meditativas, primitivas e íntimas.

 

THOMAS STEMPKA

Estados Unidos

 

Nascido na Filadélfia, Thomas Stempka é um artista nômade / antidesigner nos últimos 12 anos, vivendo entre os EUA e a Europa. Estudou Arquitetura na Cooper Union, Desenho, na Universidade de Artes Aplicadas de Viena e, atualmente, está terminando seu mestrado em Estratégias de Espaço e Design na Kunstuniversität Linz. O foco principal de seu trabalho são os aspectos fenomenológicos e performativos da Arquitetura: nossas sórdidas relações com o ambiente construído e abraçando o não construído. Ele expôs e realizou trabalhos em galerias e festivais na Áustria, Catalunha, Chile, Alemanha, Itália, Sérvia, Portugal e EUA.

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Direito

Folha de S. Paulo destaca parceria da FAAP com universidades europeias para alunos de Direito 

Conforme destacado pelo jornal Folha de S. Paulo, a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) firmou uma parceria estratégica com três universidades europeias. A colaboração visa enriquecer a experiência acadêmica dos alunos de Direito da instituição, proporcionando-lhes oportunidades únicas de intercâmbio internacional.  A notícia ganha destaque ao ressaltar que, ao participarem desse intercâmbio, os alunos da FAAP não apenas ampliam seus horizontes culturais, mas também não perdem o semestre letivo. Essa abordagem permite que os estudantes vivenciem novas perspectivas acadêmicas e culturais, sem comprometer seus estudos.  A FAAP, reconhecida por sua visão globalizada, já possui convênios com mais de 350 universidades ao redor do mundo, consolidando-se como uma instituição comprometida com a formação acadêmica internacional de seus alunos. A parceria com universidades europeias para os alunos de Direito é mais um passo em direção à excelência acadêmica e à formação de profissionais globais, prontos para enfrentar os desafios da profissão.  O coordenador do curso, Fernando José da Costa, ressalta que “Ter vivido e estudado no exterior é frequentemente valorizado pelos empregadores, destacando a adaptabilidade, a diversidade de perspectivas e o empenho em desafios impostos por conviver em outros países”.  Destacando o compromisso da FAAP em preparar profissionais capazes de lidar com as demandas contemporâneas, o curso de Direito da instituição visa formar estudantes não apenas como juristas, mas como agentes ativos em uma sociedade cada vez mais complexa. O programa oferece uma abordagem holística, permitindo que os alunos compreendam aspectos históricos, políticos e econômicos em um contexto nacional e internacional.  Leia a matéria completa: clique aqui  O CURSO DE DIREITO FAAP  O curso de Direito da FAAP proporciona uma formação abrangente e aprofundada sobre as relações humanas, as práticas legais e o funcionamento dos sistemas jurídicos. São oferecidas todas as matérias tradicionais da formação jurídica (Direito Civil, Direito Penal, Direito Constitucional, Direito Processual, Direito Empresarial, Direito Internacional, Ética Profissional etc.) em conjunto com atividades culturais e disciplinas humanísticas (Teatro, Oratória, Filosofia, Psicologia etc.), que permitem conhecimentos sobre Justiça e Poder, Segurança Pública e Segurança Jurídica, Tecnologia e Relações Digitais, Direito Ambiental Empresarial, Direito Desportivo, Direito do Entretenimento


Design

Da FAAP para o mundo: Bianca Cutait fala sobre sua trajetória como marchand em Nova York

A ex-aluna Bianca Cutait voltou ao campus da FAAP nesta terça-feira, 06, para falar sobre a carreira de sucesso que vem construindo como marchand no disputado mercado de artes em Nova York. Ela participou de uma live conduzida pelo professor Rubens Fernandes Junior. Desde que saiu da FAAP, Bianca se especializou no mercado de artes, galerias e grandes exposições. Ela tem o orgulho de dizer que é a primeira (e única!) executiva latina da casa de leilões Bonhams, uma das maiores e mais renomadas do mundo. De passagem no Brasil para captar obras para consignar para os Estados Unidos, Europa e outros lugares, a executiva acredita que os olhos estão voltados para o mercado de arte brasileiro. Bianca contou que já ocupou cargos em diversas posições na indústria da arte no Brasil, Estados Unidos e Suíça. De perfil “mão na massa”, ela chegou a varrer o chão e pintar paredes de galerias, até alcançar a importante posição que ocupa hoje. A paulistana também já escreveu sobre o mercado de arte para publicações de grande porte, como Robb Report Brasil, Forbes e Vogue. “A educação formal universitária é extremamente importante para os passos que você vai dar na frente”, disse Bianca. Ela contou que a FAAP foi um dos principais pilares de sua carreira. Ela ingressou como aluna de Administração, mas no meio do curso decidiu fazer uma transferência interna para Relações Públicas, área na qual se formou. Bianca hoje trabalha na Bonhams como especialista em arte do pós-guerra e contemporânea. E, além disso, também fundou uma consultoria de arte internacional com uma galeria em Miami, exibindo tanto artistas americanos quanto latino-americanos. Ela também é proprietária em um negócio de produtos de canabidiol nos Estados Unidos e especialista em NFTs. Durante a entrevista, Bianca revelou que é fluente em português, inglês, espanhol, italiano e estudante de francês. Diz que é curiosa e nerd, e aprendeu línguas para poder ler histórias e textos nas suas línguas nativas, não só as peças traduzidas. Assista aqui a entrevista na íntegra. A entrevista foi conduzida pelo professor Rubens Fernandes Junior, que além de uma belíssima carreira de mais de quatro décadas na FAAP é um importante pesquisador, colecionador e crítico de fotografia, ex-curador de fotos da Pinacoteca e do MASP e organizador de diversos livros e exposições sobre o


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