RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAAP ABRE AS PORTAS PARA MAIS UM OPEN STUDIO DOS ARTISTAS RESIDENTES – 30 DE NOVEMBRO

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No dia 30 de novembro, os artistas residentes da Residência Artística FAAP participarão do último Open Studio do ano. São eles: Demps (Brasil/Rio de Janeiro), Gauri Kulkarni (Índia), Gabriela Godoi (Canadá/ Brasil), Maíra Dietrich (Brasil/ Santa Catarina), Tolis Tatolas (Grécia), Nathan Braga (Brasil/ Rio de Janeiro), Maria Palmeiro (Brasil/ Rio de Janeiro) e Andres Pasinovich (Argentina).

Durante o evento – gratuito –, o visitante terá a oportunidade de conhecer os artistas, suas diferentes culturas, bem como as pesquisas e os trabalhos que estão realizando, inclusive nos ateliês e oficinas da FAAP.

Além de suas formações, trajetórias e produções anteriores, as ações e experiências vividas por eles são objetos de discussões com alunos e interessados que frequentam também os Seminários de Investigações Contemporâneas I e II, promovidos pelos cursos de Artes Visuais da FAAP.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. Instalada no Edifício Lutetia, na Praça do Patriarca, a Residência Artística FAAP possui dez amplos estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. Mais de 350 artistas de todos os continentes já passaram pelo espaço.

Open Studio – Residência Artística FAAP

Data: 30/11 (sábado) Horário: das 13h às 18h

Local: Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – SéMais informações: (11) 3101-1776 ou resartisfaap.info@faap.brSite: http://www.faap.br/residenciaartistica

SAIBA MAIS SOBRE OS ARTISTAS RESIDENTES:

Gabriela Godoi (1988, São Paulo/SP)

Gabriela Godoi é artista plástica e educadora. Mestre em Artes Plásticas pela Emily Carr University of Art and Design (Vancouver, Canadá). Licenciada pela Belas Artes (São Paulo, SP), e bacharelado em Artes Plásticas pela FAAP (São Paulo, SP). Em anos prévios, foi selecionada para participar em exposições coletivas como o 44º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e o 41º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto. Sua pesquisa aborda questões que permeiam o corpo, a identidade, relações interpessoais e a sexualidade. Trabalha primariamente com pintura e objetos manufaturados na intenção de expandir os limites binários entre figura e fundo, o revelar e ocultar, o Eu e o Outro. Vive e trabalha, atualmente, em Vancouver, no Canadá.

Gauri Kulkarni (1997, Índia)

Recém graduada pelo Instituto Srishti de Design de Arte e Tecnologia (Bangalore/Índia), a artista desenvolve projeto de um espaço público maior dobrando e desdobrando o caminho para a compreensão da arte natural em torno de nós.Sua prática é inclinada para pesquisa e como fazer com que cada movimento seu seja para a sustentabilidade. Usa cinco palavras para sua prática: 1. Sustentável, 2. Versátil, 3. Inovador, 4. Organizado, 5. Delineado. É uma artista multidisciplinar e designer. O design do espaço urbano sempre a intrigou. Além disso, também mantém uma profunda paixão e gosto pela vida selvagem e fotografia dessa vida.

Demps (1986, Rio de Janeiro/RJ)

Demps teve sua educação artística inicial em ateliês de escultura e de joalheria, assim como em grupos de pesquisa, estudos e produções artísticas. Participou de programas de formação com bolsas de estudo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Fundamentação, Práticas Artísticas Contemporâneas, nível 2, Núcleo de Imagem em Movimento, entre outros). Atualmente, é mestrando no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde desenvolve pesquisa sobre a estética do embaçamento de fronteiras entre práticas artísticas contemporâneas e processos cotidianos. Seu trabalho se propõe a lidar com as condições e imprecisões do uso da linguagem humana, tendo como referência o corpo e suas manifestações cotidianas e atravessando diversas mídias da produção artística. Desde 2013, participa de exposições coletivas no Brasil e no exterior, tendo sua primeira individual ocorrido em 2018, na Galeria Oriente (Rio de Janeiro, RJ).

Maíra Dietrich (1988, Florianópolis/SC)

Bacharel em Artes Plásticas pela UDESC-Florianópolis, mestre em Fine Arts pelo KASK-Ghent (Gante, Bélgica) e graduanda em Biblioteconomia na USP-São Paulo. Exposições individuais como Spelling P no 019, Gante, Visão periférica, no Paço das Artes, São Paulo, e Escrito, na Fundação Cultural BADESC, Florianópolis. Exposições coletivas no Musée des Abattoirs, Toulouse (França), e no Convent, espaço de arte contemporânea em Gante, entre outras. Participou de residências na Casa Tomada, em São Paulo, Proyecto ‘Ace, em Buenos Aires, e AFFECT, em Berlim. Desde 2015, colabora com a Casa do Povo, São Paulo, onde desenvolveu a Oficina de Anedotas Anecdote, em 2017. Desde 2012, coordena a editora freestyle A Missão.

Andres Pasinovich (1978, Argentina/Buenos Aires)

Andres Pasinovich, em sua formação, frequentou a oficina de Marina De Caro, os seminários de Ana Gallardo e o Centro de Investigação Artística (CIA). Ganhou, em 2019, o National Arts Fund Award e, em 2018, a Bolsa de Mobilidade do Secretário de Cultura da Nação. Em 2016, recebeu as Bolsas de Estudo do Bicentenário da FNA e da Oxenford, Patrocínio Cultural (2014-17). Participou das residências La Verdi CDMX, México, em 2019, PIVO, em São Paulo, e Shigaraki CCP, no Japão, em 2017. O artista teve as individuais “Horizonte” (Laboratório-Festival), “Sabotaje” (Fundação OSDE), “Ecuánime” (Galeria Sputnik), “A revolução da mágica” (Una.House) e “Temporária” (Art x Art Gallery). Participou das exposições coletivas: “Não é o rio que canta é el pantano” (María Casado Galería), “Como um flash” (Casa Nacional do Bicentenário), “Uma escala humana” (EAC Montevidéu), “Sobre mudança” (Estados Unidos do Banco Mundial), entre outros. Participou dos prêmios FNA, KLEMM, ITAÚ, UADE e Salón Nacional de Rosario, entre outros. Ele codirige o projeto Marabunta com Lucila Gradín, vive e trabalha em Buenos Aires.

Maria Palmeiro (Rio de Janeiro, 1983)

É mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena, da Escola de Comunicação da UFRJ. Sua dissertação, intitulada “Ateliê Performativo: Fazimento, Ocultamento, Deslocamento”, trata de pintura, performance e do status do ateliê como lugar de enunciação. Iniciou sua formação como pintora com João Magalhães, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 2011. Em 2012, foi aluna de Mel Prest, no California College of the Arts, e manteve ateliê na cidade de São Francisco. Seu trabalho conjuga reflexão teórica e pesquisa formal, aspectos que se manifestam tanto em sua produção artística quanto nos textos críticos que publica.

Nathan Braga (Rio de Janeiro, 1994)

Mestrando em Artes Visuais pela UERJ e pós-graduando na Especialização em Linguagens Artísticas, Cultural e Educação no IFRJ, Nathan Braga desenvolve um estudo investigativo sobre a morte e sua relação, ainda hoje um tabu para a sociedade. A interdisciplinaridade e a intermaterialidade são questões caras à sua poética pessoal. O artista é também técnico em Química e faz uso das especificidades dessa ciência em seus processos artísticos. A aproximação com a Química abre seus trabalhos para propostas de constituições múltiplas, tanto na escrita quanto na plasticidade, reafirmando a convulsão entre arte e escritura. E organiza-se a um só tempo como pesquisa teórica em arte e produção artística, uma vez que atualiza e materializa termos e conceitos como memento mori (lembre-se de que vc é mortal). Historicamente esses conceitos são difundidos e ligados à arte e à história da arte por meio das mitologias pessoais, que são violentadas por sua identidade latino-brasileira, marginal e por sua vivência na alegórica cidade do Rio de Janeiro, tratando, assim, a morte como alegoria.

Tolis Tatolas (1978, Grécia)

Bacharel (2008) pela Faculdade de Artes e Design de Vakalo e bacharel (2002) em biologia pela Universidade Aristóteles de Tessalônica. Teve oito exposições individuais e participou de vinte e uma exposições coletivas na Grécia, Reino Unido e Áustria. Escreveu o livro Animals in the Homeric Ages (2005, Erodios) e contribuiu para o volume Science and Tehcnology in Homeric Epics (2008, Springer). Textos e obras de sua autoria foram publicados na imprensa grega e internacional. No âmbito da sua atividade artística, criou os cenários e figurinos de obras de dramaturgos gregos e internacionais em Atenas. Suas obras fazem parte de coleções particulares na Grécia, EUA, Reino Unido, França, Canadá e República Tcheca. Ele é membro da Câmara de Belas Artes da Grécia desde 2014. Os interesses artísticos de Tatolas se concentram na geometria e na abstração, e em como eles podem refletir ideias e condições, criar e comunicar sentimentos de uma forma semelhante à arte representacional. Criativamente, ele emprega uma abordagem holística da estética, dentro de uma estrutura de unidade de todas as artes.

 


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No dia 30 de novembro, os artistas residentes da Residência Artística FAAP participarão do último Open Studio do ano. São eles: Demps (Brasil/Rio de Janeiro), Gauri Kulkarni (Índia), Gabriela Godoi (Canadá/ Brasil), Maíra Dietrich (Brasil/ Santa Catarina), Tolis Tatolas (Grécia), Nathan Braga (Brasil/ Rio de Janeiro), Maria Palmeiro (Brasil/ Rio de Janeiro) e Andres Pasinovich (Argentina).

Durante o evento – gratuito –, o visitante terá a oportunidade de conhecer os artistas, suas diferentes culturas, bem como as pesquisas e os trabalhos que estão realizando, inclusive nos ateliês e oficinas da FAAP.

Além de suas formações, trajetórias e produções anteriores, as ações e experiências vividas por eles são objetos de discussões com alunos e interessados que frequentam também os Seminários de Investigações Contemporâneas I e II, promovidos pelos cursos de Artes Visuais da FAAP.

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. Instalada no Edifício Lutetia, na Praça do Patriarca, a Residência Artística FAAP possui dez amplos estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. Mais de 350 artistas de todos os continentes já passaram pelo espaço.

Open Studio – Residência Artística FAAP

Data: 30/11 (sábado) Horário: das 13h às 18h

Local: Edifício Lutetia

Endereço: Praça do Patriarca, 78 – SéMais informações: (11) 3101-1776 ou resartisfaap.info@faap.brSite: http://www.faap.br/residenciaartistica

SAIBA MAIS SOBRE OS ARTISTAS RESIDENTES:

Gabriela Godoi (1988, São Paulo/SP)

Gabriela Godoi é artista plástica e educadora. Mestre em Artes Plásticas pela Emily Carr University of Art and Design (Vancouver, Canadá). Licenciada pela Belas Artes (São Paulo, SP), e bacharelado em Artes Plásticas pela FAAP (São Paulo, SP). Em anos prévios, foi selecionada para participar em exposições coletivas como o 44º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba e o 41º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto. Sua pesquisa aborda questões que permeiam o corpo, a identidade, relações interpessoais e a sexualidade. Trabalha primariamente com pintura e objetos manufaturados na intenção de expandir os limites binários entre figura e fundo, o revelar e ocultar, o Eu e o Outro. Vive e trabalha, atualmente, em Vancouver, no Canadá.

Gauri Kulkarni (1997, Índia)

Recém graduada pelo Instituto Srishti de Design de Arte e Tecnologia (Bangalore/Índia), a artista desenvolve projeto de um espaço público maior dobrando e desdobrando o caminho para a compreensão da arte natural em torno de nós.Sua prática é inclinada para pesquisa e como fazer com que cada movimento seu seja para a sustentabilidade. Usa cinco palavras para sua prática: 1. Sustentável, 2. Versátil, 3. Inovador, 4. Organizado, 5. Delineado. É uma artista multidisciplinar e designer. O design do espaço urbano sempre a intrigou. Além disso, também mantém uma profunda paixão e gosto pela vida selvagem e fotografia dessa vida.

Demps (1986, Rio de Janeiro/RJ)

Demps teve sua educação artística inicial em ateliês de escultura e de joalheria, assim como em grupos de pesquisa, estudos e produções artísticas. Participou de programas de formação com bolsas de estudo na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Fundamentação, Práticas Artísticas Contemporâneas, nível 2, Núcleo de Imagem em Movimento, entre outros). Atualmente, é mestrando no Departamento de Artes e Design da PUC-Rio, onde desenvolve pesquisa sobre a estética do embaçamento de fronteiras entre práticas artísticas contemporâneas e processos cotidianos. Seu trabalho se propõe a lidar com as condições e imprecisões do uso da linguagem humana, tendo como referência o corpo e suas manifestações cotidianas e atravessando diversas mídias da produção artística. Desde 2013, participa de exposições coletivas no Brasil e no exterior, tendo sua primeira individual ocorrido em 2018, na Galeria Oriente (Rio de Janeiro, RJ).

Maíra Dietrich (1988, Florianópolis/SC)

Bacharel em Artes Plásticas pela UDESC-Florianópolis, mestre em Fine Arts pelo KASK-Ghent (Gante, Bélgica) e graduanda em Biblioteconomia na USP-São Paulo. Exposições individuais como Spelling P no 019, Gante, Visão periférica, no Paço das Artes, São Paulo, e Escrito, na Fundação Cultural BADESC, Florianópolis. Exposições coletivas no Musée des Abattoirs, Toulouse (França), e no Convent, espaço de arte contemporânea em Gante, entre outras. Participou de residências na Casa Tomada, em São Paulo, Proyecto ‘Ace, em Buenos Aires, e AFFECT, em Berlim. Desde 2015, colabora com a Casa do Povo, São Paulo, onde desenvolveu a Oficina de Anedotas Anecdote, em 2017. Desde 2012, coordena a editora freestyle A Missão.

Andres Pasinovich (1978, Argentina/Buenos Aires)

Andres Pasinovich, em sua formação, frequentou a oficina de Marina De Caro, os seminários de Ana Gallardo e o Centro de Investigação Artística (CIA). Ganhou, em 2019, o National Arts Fund Award e, em 2018, a Bolsa de Mobilidade do Secretário de Cultura da Nação. Em 2016, recebeu as Bolsas de Estudo do Bicentenário da FNA e da Oxenford, Patrocínio Cultural (2014-17). Participou das residências La Verdi CDMX, México, em 2019, PIVO, em São Paulo, e Shigaraki CCP, no Japão, em 2017. O artista teve as individuais “Horizonte” (Laboratório-Festival), “Sabotaje” (Fundação OSDE), “Ecuánime” (Galeria Sputnik), “A revolução da mágica” (Una.House) e “Temporária” (Art x Art Gallery). Participou das exposições coletivas: “Não é o rio que canta é el pantano” (María Casado Galería), “Como um flash” (Casa Nacional do Bicentenário), “Uma escala humana” (EAC Montevidéu), “Sobre mudança” (Estados Unidos do Banco Mundial), entre outros. Participou dos prêmios FNA, KLEMM, ITAÚ, UADE e Salón Nacional de Rosario, entre outros. Ele codirige o projeto Marabunta com Lucila Gradín, vive e trabalha em Buenos Aires.

Maria Palmeiro (Rio de Janeiro, 1983)

É mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena, da Escola de Comunicação da UFRJ. Sua dissertação, intitulada “Ateliê Performativo: Fazimento, Ocultamento, Deslocamento”, trata de pintura, performance e do status do ateliê como lugar de enunciação. Iniciou sua formação como pintora com João Magalhães, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 2011. Em 2012, foi aluna de Mel Prest, no California College of the Arts, e manteve ateliê na cidade de São Francisco. Seu trabalho conjuga reflexão teórica e pesquisa formal, aspectos que se manifestam tanto em sua produção artística quanto nos textos críticos que publica.

Nathan Braga (Rio de Janeiro, 1994)

Mestrando em Artes Visuais pela UERJ e pós-graduando na Especialização em Linguagens Artísticas, Cultural e Educação no IFRJ, Nathan Braga desenvolve um estudo investigativo sobre a morte e sua relação, ainda hoje um tabu para a sociedade. A interdisciplinaridade e a intermaterialidade são questões caras à sua poética pessoal. O artista é também técnico em Química e faz uso das especificidades dessa ciência em seus processos artísticos. A aproximação com a Química abre seus trabalhos para propostas de constituições múltiplas, tanto na escrita quanto na plasticidade, reafirmando a convulsão entre arte e escritura. E organiza-se a um só tempo como pesquisa teórica em arte e produção artística, uma vez que atualiza e materializa termos e conceitos como memento mori (lembre-se de que vc é mortal). Historicamente esses conceitos são difundidos e ligados à arte e à história da arte por meio das mitologias pessoais, que são violentadas por sua identidade latino-brasileira, marginal e por sua vivência na alegórica cidade do Rio de Janeiro, tratando, assim, a morte como alegoria.

Tolis Tatolas (1978, Grécia)

Bacharel (2008) pela Faculdade de Artes e Design de Vakalo e bacharel (2002) em biologia pela Universidade Aristóteles de Tessalônica. Teve oito exposições individuais e participou de vinte e uma exposições coletivas na Grécia, Reino Unido e Áustria. Escreveu o livro Animals in the Homeric Ages (2005, Erodios) e contribuiu para o volume Science and Tehcnology in Homeric Epics (2008, Springer). Textos e obras de sua autoria foram publicados na imprensa grega e internacional. No âmbito da sua atividade artística, criou os cenários e figurinos de obras de dramaturgos gregos e internacionais em Atenas. Suas obras fazem parte de coleções particulares na Grécia, EUA, Reino Unido, França, Canadá e República Tcheca. Ele é membro da Câmara de Belas Artes da Grécia desde 2014. Os interesses artísticos de Tatolas se concentram na geometria e na abstração, e em como eles podem refletir ideias e condições, criar e comunicar sentimentos de uma forma semelhante à arte representacional. Criativamente, ele emprega uma abordagem holística da estética, dentro de uma estrutura de unidade de todas as artes.

 


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Na FAAP

FAAP inaugura Cinema e nova ala de Audiovisual 

FAAP inaugurou, nesta terça-feira, a mais completa, tecnológica e sofisticada ala acadêmica de Audiovisual do Brasil, com evento lotado. Localizada no prédio 1 da Fundação, a nova ala atende os cursos de Cinema, Produção Audiovisual, Jornalismo e todos os outros cursos que de uma forma ou de outra transitam pelo mundo da comunicação. “Sinto uma enorme satisfação em poder inaugurar, hoje, esta ala de Audiovisual que, com certeza, vai perpetuar na linha do tempo de acontecimentos históricos e relevantes da FAAP”, comentou a Sra. Pilar Guillon Liotti, Membro do Conselho do MAB FAAP. O grande destaque da ala fica por conta do CINE FAAP, um cinema profissional de última geração, com capacidade para 88 pessoas. A sala de projeção é equipada com tecnologia de ponta e é a única sala digital do país, situada em uma instituição de ensino superior, que possui projeção 2K com sistema DCP, um projetor Christie Laser e som Dolby digital 5.1. Na entrada do cinema temos uma exposição permanente de cartazes originais, parte do acervo da Filmoteca da FAAP. Além do cinema, a nova ala conta com dois superestúdios. Um de 114m² e outro de 133m², em 8,5m de pé-direito livre, totalizando 247 metros quadrados de espaço dedicados a filmagens, cenografias e afins. Chama a atenção também, um imponente estúdio de vidro para gravações de podcasts, além de mais 4 estúdios multiusos, estúdio de fotografia com um novíssimo laboratório de revelação analógica, sala de rádio, entre outras produções audiovisuais. Diversas ilhas de edição e equipamentos de última geração permitem ao aluno a experiência de aprender com o que há de mais atualizado no mercado profissional. Os estudantes têm à disposição Câmeras Blackmagic 4K, Sony PMW – F55 4K, mesa Pro Tools e Avid, salas de edição com isolamento acústico, ilha de edição 3D, computadores, pacote Adobe e todos os acessórios necessários para as produções mais complexas do cinema, entretenimento, jornalismo e audiovisuais no geral. Vale lembrar que a Filmoteca da FAAP é uma das três maiores do país, junto com a da Cinemateca Brasileira e a do MAM. Sua coleção inclui mais de 10 mil películas, 8 mil cartazes de filmes, 12 mil fotos, além de curtas e séries exibidos em salas de cinema de todo o Brasil. Com esta inauguração, a FAAP, uma instituição contemporânea que se atualiza todos os dias há 77 anos, se consolida como a maior referência no ensino de audiovisual do Brasil, oferecendo aos alunos as melhores ferramentas e tecnologias do mercado para o desenvolvimento de suas habilidades e projetos


Business and International Affairs

Helio Bertachini apresenta palestra ‘Bancos Multilaterais e a carreira do Internacionalista’ 

Nessa última terça-feira, 11, os alunos do BIA participaram da palestra “Bancos Multilaterais e a carreira do Internacionalista” com o mestre em Relações Internacionais e Economia pela UC San Diego School of Global Policy and Strategy, Helio Bertachini, responsável atualmente pelo setor de monitoramento e avaliação de projetos no African Development Bank Group.   “Muitas vezes, é através de eventos como esse que vocês mantêm um objetivo profissional ou o eliminam. Então essa versatilidade é muito boa, bem como trazer profissionais da área para falar a respeito do assunto”, reforça a mediadora Vanessa Braga, professora de Relações Internacionais da FAAP. Bertachini é ex-aluno da FAAP, bacharel em RI e mora atualmente em Joanesburgo, África do Sul. O internacionalista compartilhou com os alunos a sua trajetória profissional no exterior, os desafios, e as oportunidades dentro do setor de bancos públicos internacionais.   O que são os Bancos Multilaterais de Desenvolvimento?   Os Bancos Multilaterais são instituições financeiras públicas que surgiram na década de 1940 com objetivo de reestruturar os países no período pós-guerras mundiais. “Eles basicamente têm a mesma função, falam sobre as mesmas coisas. Como a redução da pobreza, prosperidade compartilhada, desenvolvimento econômico, crescimento sustentável e socioambiental. Basicamente eles trabalham com os mesmos objetivos”, explica Helio.   Os Bancos de Desenvolvimento são divididos em 3 campos de ação. O primeiro está vinculado aos setores reais, tais como infraestrutura, agricultura e educação. O segundo é referente às políticas públicas, uma vez que emprestam dinheiro para que algumas reformas econômicas aconteçam nos países.   Helio ainda complementa: “e tem toda uma parte de pesquisa e produção de conhecimento. Se você entrar no Banco Mundial tem todo um setor de economia aplicada. Tem todo um setor que faz estudos sobre quais políticas públicas fazem mais efeito, muita avaliação de impacto. Tem todo um trabalho sobre tentar investigar qual o real impacto do banco e dos projetos que a gente faz nos países em desenvolvimento”.  As possíveis carreiras  Partindo do alinhamento sobre o que é o Banco Multilateral e quais são as suas frentes de ação, Bertachini destacou a importância do networking, da viagem ao exterior e ainda explicou aos alunos sobre as possíveis carreiras desse setor, como funciona o preparo para as vagas disponíveis no mercado, quais os salários de cada cargo, assim como elucidou como funcionam as equipes de projetos.   São muitas as possibilidades e, entre elas, destacou as equipes responsáveis pela área jurídica, áreas de risco, os especialistas em questões socioambientais, aquisições, front office e country office, economistas, entre outros.     Para qualquer dúvida ou interesse sobre a carreira, os prós e contras, desafios e oportunidades, deixou o seu contato disponível:


Na FAAP

Luiz Felipe Pondé ministra aula inaugural de sua Pós na FAAP

Nessa segunda-feira, 10, Luiz Felipe Pondé ministrou aula inaugural de sua Pós-Graduação “Mercado e Comportamento no Século XXI”, na FAAP. As aulas da pós-graduação serão online. Uma parte dos conteúdos será gravada, e outra será em formato de live. Todas as lives ficarão disponíveis para consultas. O curso terá duração de até 12 meses e vai contar com nomes de peso do mercado como: Walter Longo, publicitário especialista em comunicação e interatividade. Rodrigo Petronio, filósofo e escritor. João Braga, historiador da moda e professor dos cursos de graduação e pós-graduação em Moda da FAAP. Davi Lago, professor de Filosofia do Direito e colunista da revista Veja, Estado da Arte/Estadão, Jornal Em Tempo e G1. Eduardo Wolf, filósofo e colaborador da revista Veja e editor da plataforma multimídia O Estado da Arte, no jornal O Estado de São Paulo. Juliana de Albuquerque, filósofa e colunista da Folha de São Paulo. Martha Gabriel, especialista em inovação, palestrante keynote internacional premiada, 8 TEDx. João Pereira Coutinho, cientista político, cronista e colunista da Folha de São Paulo e Colaborador do jornal diário português Correio da Manhã. Para estar à frente do mercado é preciso desenvolver um pensamento crítico capaz de antecipar tendências e navegar com destreza por esse novo mundo. Esse é o foco da pós-graduação “Mercado e Comportamento no Século XXI”, concebida por Luiz Felipe Pondé, o renomado filósofo, escritor e ensaísta brasileiro. Se interessou? Garanta sua

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