MOSTRA NO MAB FAAP APRESENTA ICONOGRAFIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS POR MESTRES ITALIANOS

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Considerado um dos santos católicos mais cultuados da história, São Francisco de Assis é o protagonista da exposição que acontecerá no Museu de Arte Brasileira da FAAP.Com curadoria de Giovanni Morello, especialista em História da Arte, e de Stefano Papetti, diretor da Pinacoteca Civica Di Ascoli, a mostra “São Francisco na Arte de Mestres Italianos” reúne 18 obras de artistas dos séculos XV, XVI e XVII, como Tiziano Vecellio, Pietro Perugino e Guido Reni, sendo a maioria proveniente de coleções públicas de regiões diversas da Itália.

A mostra traz ainda uma sala de realidade virtual, que possibilita ao visitante caminhar pela Basílica Superior de Assis (1228), uma das mais importantes e belas da Itália, que guarda obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista-símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista.

Durante a visita, o público poderá apreciar as fases mais relevantes da representação de São Francisco por meio de trabalhos que se integraram à cultura local de toda uma época e que ainda encontram espaço na cultura ocidental por seus valores artístico, histórico e simbólico.

O santo possui grande relevância histórica e uma personalidade marcada por sua humildade, alegria e carisma, dedicando-se sempre aos pobres e nutrindo amor pela natureza, inspirando um imaginário coletivo que se estende por séculos.

A exposição estará dividida em três núcleos: Imagens, Os Estigmas e Conversas Sagradas. O primeiro reúne telas dos artistas italianos Perugino e Cigoli, que trazem as primeiras representações de São Francisco de Assis – uma figura franzina por conta das privações que sofria, mas imbuído de uma grande força espiritual.

O segundo núcleo volta-se ao tema dos estigmas, cicatrizes que Francisco recebeu, em 1224, quando meditava no monte Alverne. Apesar de sua manifestação física, os estigmas são tradicionalmente reputados como de origem espiritual, reproduzindo as cinco chagas de Jesus Cristo – pontos pelos quais Jesus teria sido pregado à cruz: pés, punhos e tórax. Nessa seção, destacam-se um óleo sobre tela de Tiziano com quase três metros de altura e um óleo sobre cobre de Guido Reni, que retrata o momento seguinte aos estigmas.

No terceiro núcleo “Conversas Sagradas”, São Francisco de Assis aparece associado à Virgem em glória e a outros santos de devoção dos fiéis e dos comitentes, como atesta, por exemplo, a obra “Virgem com o Menino entre os santos Sebastião, Antônio, Francisco e Roque”, de Nicola Filotesio.

A exposição reúne preciosidades de 15 acervos italianos, distribuídos por sete cidades da Itália: Galleria Corsini, Palazzo Barberini, Musei Capitolini, Museo di Roma, Museo Francescano dell’Istituto Storico dei Cappuccini (Roma); Pinacoteca Civica, Sacrestia della chiesa di San Francesco, Convento Cappuccini (Ascoli Piceno); Museo Nazionale d’Abruzzo (L’Aquila), Galleria Nazionale dell’Umbria (Perugia); Istituto Campana per l’Istruzione Permanente (Osimo); Museo Civico (Rieti), Pinacoteca Nazionale (Bolonha) e Duomo di Novara (Novara). A mostra conta ainda com uma importante obra de Ludovico Cardi, mais conhecido como Cigoli, de propriedade do colecionador e ator americano Federico Castelluccio.

 

Sobre os curadores

 

Especialista em História da Arte, Giovanni Morello idealizou e curou diversas exposições de arte antiga na Itália, no Vaticano e em outros países. É também integrante da comissão permanente de tutela dos monumentos históricos e artísticos da Santa Sé, além de autor de diversos livros como Vatican Treasures – 2000 years of art and culture in the vatican and I, sem versão em português.

 

Stefano Papetti, diretor da Pinacoteca Civica Di Ascoli, tem vasta experiência em artes. Como presidente da Fundação Salimbeni di San Severino Marche, organizou inúmeras exposições dedicadas à Arte Gótica de Marcas (Marche, em italiano), região central da Itália, aos pintores renascentistas da região, a arte do século XVII e ainda a artistas regionais como Carlo e Vittore Crivelli, Simone de Magistris, Pier Leone Ghezzi e Antonio Amorosi. É responsável também por mais de 80 títulos dedicados principalmente à história artística de Marcas.

 

 

Exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos”

Data: de 15 de fevereiro a 12 de abril de 2019

Horário de funcionamento: Segundas, quartas, quintas e sextas-feiras, das 10h às 19h (última entrada às 18h); aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h (última entrada às 17h). (Fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903 | Higienópolis

Telefone: (11) 3662-7198

Entrada gratuita

 

Agendamento de visitas educativas:(11) 3662-7200 / museu.educativo@faap.br


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Considerado um dos santos católicos mais cultuados da história, São Francisco de Assis é o protagonista da exposição que acontecerá no Museu de Arte Brasileira da FAAP.Com curadoria de Giovanni Morello, especialista em História da Arte, e de Stefano Papetti, diretor da Pinacoteca Civica Di Ascoli, a mostra “São Francisco na Arte de Mestres Italianos” reúne 18 obras de artistas dos séculos XV, XVI e XVII, como Tiziano Vecellio, Pietro Perugino e Guido Reni, sendo a maioria proveniente de coleções públicas de regiões diversas da Itália.

A mostra traz ainda uma sala de realidade virtual, que possibilita ao visitante caminhar pela Basílica Superior de Assis (1228), uma das mais importantes e belas da Itália, que guarda obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista-símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista.

Durante a visita, o público poderá apreciar as fases mais relevantes da representação de São Francisco por meio de trabalhos que se integraram à cultura local de toda uma época e que ainda encontram espaço na cultura ocidental por seus valores artístico, histórico e simbólico.

O santo possui grande relevância histórica e uma personalidade marcada por sua humildade, alegria e carisma, dedicando-se sempre aos pobres e nutrindo amor pela natureza, inspirando um imaginário coletivo que se estende por séculos.

A exposição estará dividida em três núcleos: Imagens, Os Estigmas e Conversas Sagradas. O primeiro reúne telas dos artistas italianos Perugino e Cigoli, que trazem as primeiras representações de São Francisco de Assis – uma figura franzina por conta das privações que sofria, mas imbuído de uma grande força espiritual.

O segundo núcleo volta-se ao tema dos estigmas, cicatrizes que Francisco recebeu, em 1224, quando meditava no monte Alverne. Apesar de sua manifestação física, os estigmas são tradicionalmente reputados como de origem espiritual, reproduzindo as cinco chagas de Jesus Cristo – pontos pelos quais Jesus teria sido pregado à cruz: pés, punhos e tórax. Nessa seção, destacam-se um óleo sobre tela de Tiziano com quase três metros de altura e um óleo sobre cobre de Guido Reni, que retrata o momento seguinte aos estigmas.

No terceiro núcleo “Conversas Sagradas”, São Francisco de Assis aparece associado à Virgem em glória e a outros santos de devoção dos fiéis e dos comitentes, como atesta, por exemplo, a obra “Virgem com o Menino entre os santos Sebastião, Antônio, Francisco e Roque”, de Nicola Filotesio.

A exposição reúne preciosidades de 15 acervos italianos, distribuídos por sete cidades da Itália: Galleria Corsini, Palazzo Barberini, Musei Capitolini, Museo di Roma, Museo Francescano dell’Istituto Storico dei Cappuccini (Roma); Pinacoteca Civica, Sacrestia della chiesa di San Francesco, Convento Cappuccini (Ascoli Piceno); Museo Nazionale d’Abruzzo (L’Aquila), Galleria Nazionale dell’Umbria (Perugia); Istituto Campana per l’Istruzione Permanente (Osimo); Museo Civico (Rieti), Pinacoteca Nazionale (Bolonha) e Duomo di Novara (Novara). A mostra conta ainda com uma importante obra de Ludovico Cardi, mais conhecido como Cigoli, de propriedade do colecionador e ator americano Federico Castelluccio.

 

Sobre os curadores

 

Especialista em História da Arte, Giovanni Morello idealizou e curou diversas exposições de arte antiga na Itália, no Vaticano e em outros países. É também integrante da comissão permanente de tutela dos monumentos históricos e artísticos da Santa Sé, além de autor de diversos livros como Vatican Treasures – 2000 years of art and culture in the vatican and I, sem versão em português.

 

Stefano Papetti, diretor da Pinacoteca Civica Di Ascoli, tem vasta experiência em artes. Como presidente da Fundação Salimbeni di San Severino Marche, organizou inúmeras exposições dedicadas à Arte Gótica de Marcas (Marche, em italiano), região central da Itália, aos pintores renascentistas da região, a arte do século XVII e ainda a artistas regionais como Carlo e Vittore Crivelli, Simone de Magistris, Pier Leone Ghezzi e Antonio Amorosi. É responsável também por mais de 80 títulos dedicados principalmente à história artística de Marcas.

 

 

Exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos”

Data: de 15 de fevereiro a 12 de abril de 2019

Horário de funcionamento: Segundas, quartas, quintas e sextas-feiras, das 10h às 19h (última entrada às 18h); aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h (última entrada às 17h). (Fechado às terças-feiras, inclusive quando feriado)

Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903 | Higienópolis

Telefone: (11) 3662-7198

Entrada gratuita

 

Agendamento de visitas educativas:(11) 3662-7200 / museu.educativo@faap.br


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Desafio Salvador Dalí: Uma exposição surreal na FAAP

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Tudo sobre o restauro das obras do Jardim das Esculturas para preservar a arte e a história da FAAP

O MAB FAAP deu início ao importante projeto de restauração e conservação de 12 obras situadas no Jardim das Esculturas e na Praça do Sol. Este trabalho foi conduzido pela restauradora Tatiana Russo, contratada especialmente para garantir a preservação e a integridade dessas obras de arte. As esculturas, expostas às intempéries e às variações climáticas, exigem uma atenção especial para a sua conservação. O processo de restauração é essencial não apenas para a manutenção estética, mas também para garantir a longevidade das obras. A conservadora-restauradora Tatiana Russo nos contou um pouco mais sobre o processo: “O restauro de obras em áreas abertas é completamente diferente de tudo que estudamos sobre restauração de obras em locais fechados. Lidamos com um ambiente zero controle, ou seja, não conseguimos controlar a temperatura, a umidade, a ação de animais e até mesmo o contato do público com a obra. Nos restauros em áreas abertas, procuramos realizar o trabalho nos dias mais secos, evitando a chuva. Por isso, julho acaba sendo o melhor período para isso, além de coincidir com as férias escolares, quando as aulas estão suspensas. Optamos por realizar a pátina às segundas-feiras, já que é um trabalho que envolve o uso de fogo. Sem aulas e sem visitantes no Museu, quanto menos público, melhor.” Tatiana Russo e sua equipe estão realizando um trabalho minucioso, que inclui desde a limpeza e a estabilização das peças até a reparação de possíveis danos estruturais. O acompanhamento e a supervisão detalhada de cada etapa do processo são cruciais para o sucesso do restauro. “Estamos sempre buscando estratégias para realizar um restauro que dure o máximo possível, prevendo a interação com o público e o meio ambiente. Procuramos utilizar materiais que protejam a obra por mais tempo e planejamos ações de manutenção periódica, em conjunto com o pessoal de conservação do MAB”, contou Tatiana. O trabalho inclui a revitalização de pátina, higienização, polimento e pintura, entre outros processos. Após a limpeza, algumas obras recebem uma proteção de cera para garantir a preservação por mais tempo. Tatiana explica: “Nesse caso de obras em áreas externas, uma boa limpeza regular sempre ajuda. Em algumas situações, como no bronze, a aplicação de cera a cada seis meses também contribui para a proteção da pátina e em relação à chuva e outros fatores”. Para a FAAP, a preservação do patrimônio artístico e cultural é fundamental, tanto do ponto de vista pedagógico, como para garantir a longevidade dessas obras com grande valor histórico. As obras são de artistas de extrema importância, como Amilcar de Castro, Bruno Giorgi, Caciporé Torres, Cleber Machado, Franz Weissmann, Maria Guilhermina Gonçalves Fernandes, Nicolas Vlavianos, Sérgio Camargo e Yutaka Toyota. A dedicação de profissionais como Tatiana Russo é essencial para que essas obras continuem a inspirar e enriquecer o ambiente acadêmico e cultural da instituição. Supervisão na contratação e execução: Equipe de Conservação do MAB Coordenação: Tatiana Russo dos Reis Técnico: André Cruz da Silva Assistentes: Giulliana Ziemann Formigari e Daniel Nogueira de Lima Estagiário: Rafa Crepaldi Khouri Jovem aprendiz: Bianca Russo Cruz Coordenação de restauro das esculturas de Yutaka Toyota: Gianni


Na FAAP

Missão Estudantil FAAP Social visita o Quilombo Ivaporunduva 

Visando promover o turismo com propósito ético-cultural, a Missão Estudantil do FAAP Social visitou, no último fim de semana, o Quilombo Ivaporunduva, localizado no município de Eldorado, São Paulo, às margens do Rio Ribeira de Iguape, composto por 110 famílias. Os alunos puderam conhecer de perto práticas e costumes que são tradicionais da comunidade, que presa pela história quilombola no Brasil e a preservação ambiental.  “A Missão Ivaporunduva vem sendo organizada desde fevereiro, cada detalhe da organização foi pensado na imersão de 4 dias que teríamos no quilombo. Preparamos nossos alunos com encontros pré-viagem, com aulas sobre o movimento quilombola e sobre produção e roteiro de documentário”, nos explica Quezia Salvadori, Auxiliar de Responsabilidade Socioambiental que esteve presente em todo o processo da missão.  Por lá, além de levarem doações feitas pela Atlética FAAP, os estudantes também puderam gravar um documentário sobre a Festa de São Pedro, que combina tradições religiosas com uma cultura de mais de 300 anos de história étnico-racial. Quezia complementa “o envolvimento dos alunos entre si e entre os quilombolas, foi incrível! Voltamos para São Paulo com o coração transbordando energias boas, conhecimentos e com um documentário lindo e muito potente”.  Entre as doações está incluso mais de 100 kits de materiais escolares e, livros infantis voltados à causa antirracista, tais como “Amoras” e “E foi assim que eu e a escuridão ficamos amigas” do cantor, poeta e escritor Emicida, “Sinto o que sinto” do ator, diretor e escritor Lázaro Ramos, “Os dengos na moringa de voinha” de Ana Fátima, “O Pequeno Príncipe Preto” de Rodrigo França, “Neguinha, sim” de Renato Gama, entre

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